Fofo
Depois do corriqueiro “piloto” e do sensacional “cocheiro” (registrado por Nuno em suas andanças), ouvi ontem um vendedor de torrones descer do ônibus se despedindo do motorista com um “brigado, amado”.
É a primavera se anunciando!
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No Rio, chamar o motorista do ônibus de “amado” é uma clara manifestação da Síndrome de Estocolmo.
Diagnóstico perfeito!
meu avô falava isso lá em pernambuco.
“brigado, amado”
“brigado, amada”
Legal, Letícia.
Estocolmos à parte, achei bonito o “amado”. Uma variação mais terna e menos batida do (charmoso e cafona) “querido”.