Confissão histRIÔnica

Pois bem, vou abrir o jogo: nas minhas andanças não há qualquer, mas qualquer mesmo, qualquer, qualquer, relação com o Rio de Janeiro continua sendo de alguns mestres de aí. Aliás, nem eles mesmos são daqui e eu não quero nada, nada. Muito menos ver Irene rir. Tenho irmãs Laura, Claras, Bruna, Mônicas e um monte de outros nomes de moça, mas Irene não.

Não gosto de mandar aquele abraço, nem-que-se-me-dou para janelas de onde vê-se o Corcovado, oh how lovely. Não quero a vida sempre assim, com alguéns perto de mim. A minha chama está difícil de acender. Mas não sou triste tanto tempo e acredito que a Baía de Guanabara tem solução. Rio do sol, do céu e do mar. Água brilhando, olha a pista chegando e vamos nós… me arrastar. Valha-me, meu Nosso Senhor do Bonfim. Nunca, jamais!, eu me vi tão peixe assim.

Domingo, 16h50, Bairro Peixoto, no toró de vestido e chinelinho. Sem guarda-chuva ou qualquer vestígio de sanidade mental.

Comments are closed.


Terms of use | Privacy Policy | Content: Creative Commons | Site and Design © 2009 | Metroblogging ® and Metblogs ® are registered trademarks of Bode Media, Inc.