Agora é ai, nossa senhora (ou: das maravilhas da Avenida Copacabana)

Consegui escapar do tronco no meio da tarde para ir à dermatologista. Voltava lépida e faceira às 17h10 pela Nossa Senhora de Copacabana, com ares tontos de liberdade, ainda que ilusórios. Que maravilha o início do cair da tarde no meio da semana!, já não me lembrava muito bem da sensación. Oquêi.

Foi quando avistei um lindo e brejeiro rapaz, preto como gosto, nem tão magro nem tão forte, como gosto. Braços bonitos, como gosto. Ele me olha. Eu logo me apego aos santos. Ele vem na minha direção. Eu já acreditando que o cair da tarde, a liberdade, a dermatologista, nada é por acaso, mensagens cósmicas… Ele chega. “Que tal fazer o cartão Marisa, senhora?” E a maré muda aqui dentro, e o leão rugindo na minha cabeça: “Por quem me tomas, ó mortal?!”

De mulher pra mulher: hoje não é o meu dia.

2 Comments so far

  1. letícia (unregistered) on August 28th, 2006 @ 7:16 pm

    ô maíra…

    dei risadinha, mas sei como é que é…
    flórida.


  2. Camila (unregistered) on August 28th, 2006 @ 7:29 pm

    Tá no osso né nêga?



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