piada interna para usuários de barcas, catamarãs e congêneres
Barcas, Niterói, 2 de setembro, 11h15. A grade azul é um apoio para ler o jornal concorrente, à espera da próxima barca, que deve sair em cinco minutos. Ao que uma senhorinha, óculos escuros maiores do que os meus, xale azul, cabelos em coque, havaianas:
- A barca costuma demorar tanto assim? - pergunta, segurando no meu braço.
- Não, a barca sai de 12 em 12 minutos - respondo, meio lesa.
- Mas estou aqui há uma hora e vinte minutos! - indigna-se, tirando o Jackie Onassis da Praça XV do rosto.
- Como assim? A senhora vai para onde? Ribeira? Paquetá? - retruco, ainda lesa, meio mal-educada, mas com algum ímpeto solidário.
- Eu vou para Botafogo. Mas já passaram várias barcas. Só que uma tinha uma placa “Lagoa”, a outra “Santa Rosa”, a outra “Ipanema”…
- …
explicação para quem não riu: as Barcas têm nomes. E isso aconteceu mesmo, a senhorinha se chamava Aparecida e andou de barca pela primeira vez naquele dia, a meu lado, depois de confundir batismo com itinerário…


Estou aqui rindo, rindo, rindo…
O assaltante entrou na livraria com um revólver na mão. Sem que ninguém notasse, olhou pro vendedor português: Psiu! Psiu! A grana ou a vida! E o português: Mas… de que autor?
hahahahahhahahahahahah
esqueci de dizer q o autor da bobagem é o senhor Lirio Mario da Costa, o popular Costinha.
rsrsrsrsrsrs
tadinha da velha!
Melhor que isso só o caso do China, que na verdade era “coleano”, contado pelo Nuno! HAHA
HHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHA !!!!!!!!