Meu coração bate feliz quando te vê

Estátua do Pixinguinha na Travessa do Ouvidor, um dos trechos mais bacanas do Centro do Rio (ajusta aí o GPS: fica entre as ruas do Ouvidor e Sete de Setembro, no trecho entre a Avenida Rio Branco e a rua Primeiro de Março).
Lá tem restaurantes: dois japoneses, o essencial Esquimó e uma versão mais ajeitadinha dele, chamada Escalada, além de uma pensão boa e baratíssima, com comida caseira, que fica em cima do Esquimó (no trabalho a gente chama a pensão de Baratinho); livrarias, inclusive a ótima Livraria da Travessa; cartório, termas, loja de suplemento alimentar, de CDs e uma Laranjada Americana, aquela que a gente bebe no cone de papel.
O Pixinga tá lá soprando um choro porque na Travessa ficava o Bar Gouveia, a uisqueria freqüentada por ele, e que acabou virando uma espécie de escritório do músico. No Bar Gouveia ele tinha copo, cadeira e mesa cativos, encontrava os amigos, dava entevistas, acertava parcerias.
A uisqueria não existe mais, no lugar dela há um edifício, onde no ano passado inauguraram um painel sinalizando o lugar histórico - hábito bom lá de fora que a gente deveria incorporar cada vez mais - e que reúne as caricaturas do mais ilustre freqüentador e de outros não menos essenciais da nossa música, como Braguinha e Nelson Sargento.


Muito bom Virgilo… expos a alma do Rio.
eu amo essa Travessa, freqüento há décadas (sic).
Gosto muito tb da Folha Seca, ali pertinho, domeu querido amigo Digão. Vale a visita, recomendo, Nuno.
Aliás, todo esse complexo de ruazinhas apertadinhas e cheias de gente desse pedacinho da cidade eu amo de paixão.
olha o ronaldinho passando ali
trechos mais bacanas, indeed.
Hamburguesssaaaaaaaaa!!!