Já que falei da feira…
Na Feira da Glória, um tiozinho vende peixes vivos em sacos plásticos.
5 metros depois, um tiozinho vende peixes mortos.
Ainda na feira, uma senhora vende perucas. Ela sorri e diz: “Você sabe, eu não tenho cabelos”. Quando vou bater a foto, ela pára de sorrir.
Um homem simpático tenta me vender um guarda-chuva bonitinho por 1 real. Agradeço e digo que estou sem trocado. Ele diz “Pode ficar pra você”, eu repito “Pode ficar pra você”.
Dia bonito.
Pode ficar pra você.
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Comprei muito peixinho japonês na feira quando era criança.
eu tenho nervoso de peixe. tentei ter um aquário quando criança e os benditos pulavam um a um, espantando as amigas que acordavam com eles na bochecha… irc.
falando nisso, acho que não sirvo pra ter bichos. antes dos peixes, tentei ter três tartarugas de aquário tb. todas morreram. sim, tartarugas, aquele bicho q vive à beça. isso sem falar no pinto de feira, que não durou nem um segundo lá em casa.
há pouco tempo tentei de novo - uma jabota. lindinha toda vida - amo jabotis e tartarugas. ficou internada 21 dias no médico, quase morrendo. se salvou, mas foi pra casa da minha mãe.
tentei um gato, pra ser mais pelúcia. não agüentei por mais de 8 meses - dei a bicha.
diagnóstico? sociopatia aguda. eu não sou carioca, fellows.
*uuui, pensamentos positivos, pensamentos positivos!*
Quando eu era criança, o pediatra disse à mamãe para me comprar um bicho. O bicho ia morrer um dia, e com essa experiência eu ia aprender a lidar com a morte, ele explicou, antes que ela pegasse a vovó, o vovô e etcéteras.
Em vez de comprar um gato, um cachorro, um hamster, mamãe comprou uma tartaruga, que está viva até hoje, ao contrário do vovô, da vovó e dos etcéteras.
E é por isso que eu sou assim, bleh.
Fiquei encantada com um causo que uma amiga mineira me contou. Pois que lá em Belo Horizonte, os formandos seguem para o Mercado Municipal depois do arrasta-pé da festa de formatura e bebem um peixinho dourado. Colocam-no num copo de cerveja antes, que é para ele ficar “braládebagda”, e mandam-no goela abaixo. Já tinha toda uma historinha na minha cabeça para realizar tal bravata (Eu ia chegar lá no Mercadão contando que era formanda de Cinema e Direito, que cursara as duas faculdades juntas, que trabalhara para pagar os estudos e ainda que contava histórias toda noite para minha cachorra pegar no sono! *rs*), quando me falaram que era uma tremenda duma crueldade essa de beber o peixinho. Porque ele não morre na hora, sabe? Não, não. Ele se desintegra a cada golfada de suco gástrico…. :(
Uma ONG pela a vida dos peixinhos dourados de BH já! *rs*
ai, gente, que comentários ótimos.
maíra, tb nunca tive bichinhos, e tentei ter periquito, cachorro e peixes. mas eles eram carentes demais para minha falta de tempo e atenção.
nuno, vc nunca tinha dito que vc tinha tartaruga, me apresentaaaaaa.
dri, ESTOU PRETÉRITA COM ESSA HISTÓRIA.
eu só sei que o peixe dourado nos ensina uma lição de vida.
*atenção, momento Paul Rabbit*
ele cresce de acordo com o tamanho do aquário em que vive. assim como pessoas, quem sabe? Encarcere o bichinho um saquinho, e ele fica pequitito. Solte na lagoa só pra vc ver. Vira daqueles peixões que alegram crianças que jogam pão :D
Dri, urgh. terror total. se bem, que me fez lembrar aquela ótima capa de disco do Barão, com o peixinho no liquidificador.
Nuno. Tadinho de vc. Fica assim não, vovó foi para os céus das vovós, etcéteras foram para o céu das etecéteras ;)
Rapaziada, eu menti, mas foi em nome da diversão.
Eu odeio peixinho dourado carioca!
brincadeiriiiiiiiiiiiiiinha, não foi a Juliana, fui eu! :P
dodói
:D
HAHAHAHA Esse comentário da falsa Juliana foi o melhor!! rsrsrsrs
Eu tenho uma poodle atentada! Ela não é fofa, gosta de atacar a gente! rs
o que eu mais gostei não foi do peixinho. foi do “pode ficar pra você” no final.
brigado.