crônica sentimental de um transplantado 1: o carioquês
Quebrar na idéia: Convencer por meio de argumentos persuasivos; vencer uma disputa verbal por meio da lógica.
Não tem como não gostar daqui. E não digo isso só pela criatividade linguística dos cariocas, é claro. Mas “quebrar na idéia”… Isso é *muito* bom. É quase bom *demais*. A incisividade, a urgência, a decisão… quase dá pra ouvir os ossinhos da idéia cedendo ao impacto.
Experimente dizer isso em voz alta: “Ontem, na aula de Antropologia, eu quebrei meu professor na idéia”. Compare com: “Eu lhe fiz ver a razão” ou “Meus argumentos, no fim, o convenceram”. Não dá pra comparar, em matéria de coolness. É como comparar Olavo Bilac com Bruce Lee.
Alguns mais rabugentos não gostarão da construção, dirão que é só mais uma amostra da infiltração de uma certa “mentalidade jiu-jitsu”, se me perdoam o oxímoro, na cidade que já foi o reduto da boemia relaxada e cordial. Bobagem. Quebrar na idéia é o que há.
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1 - Que, se tudo der certo, vai virar uma série de observações ociosas (despretensiosas também), de um sujeito que veio de perto da linha do Equador, sobre certas particularidades que tornam o Rio de Janeiro esta maravilhosa máquina de esbórnia (eu não vou fazer lá muito sentido, também, no mais das vezes, mas aí já é prerrogativa minha). Té.


FOda!
Muito boa sua observação! rs
E bem-vindo, meu camarada!!!
elton, já te disse que te AMO?
AMO.
elton, você sempre me quebra na idéia.
Eu não te amo mas te acho legalzinho.
Demorô!