Ipanema brennt
Como diz o chamado da notícia do jornal alemão Der Tagesspiegel, Ipanema queima!
Parece que não é só em viagens de navio (rs) que o Rio aparece pros “alemão”.
A reportagem fala do caos que vivemos diáriamente no nosso querido e bonito Rio de Janeiro. Lá também há citações que ajudam a contar o número de mortos e feridos.
Lógico, já sabemos isso de cor, mas talvez seja novidade pros alemães.
Pois é… as más notícias já são destaque além do Oceano Atlântico. É bonito o idioma alemão - a notícia, não - mas ainda não entendo muito bem. Então, precisei traduzir pro inglês pra entender. Aqui é engraçado como eles traduzem o nome do nosso presidente Lula da Silva: Lula there Silva. (rs)
Eles dizem que nós, brasileiros, só acreditamos na lei da selva, que fomos corroídos pelo medo.
É lamentável… mein Rio brennt!


Lá eles preferem comer pessoas e ou merda.
É impressionante, a maioria das fotos de sexo bizarro (tipo, comer cocô) vem da alemanha. Sem falar nos pseudo nazistinhas de merda e nos pedófilos. Que grande país civilizado é a Alemanha.
Valeu Gleidson!!!
O Rio é uma merda em vários aspectos, a gente sabe disso, mas é uma merda também a cabeça desses povos que se acham civilizados e ainda não se mancaram que a nossa barbárie está intimamente ligada à bárbara vocação colonialista deles.
Em resumo: o MUNDO é uma merda em vários aspectos, e se a gente gritar “PEGA, LADRÃO!” prum livro de história aberto, ou prum mapa-mundi, não fica um, meu irmão.
E se ingleses, alemães, franceses e etcéteras convencidamente civilizados do Velho Mundo não tivessem encontrado tanto ouro e tanta prata por aqui, e matado todos os índios, e deixado por squi elites tão concentradoras de capital em escala local quanto eles são em escala global, e pequenos vícios, preconceitos culturais e por aí, ainda estariam caindo podres de doença, fome e espada pelas belas paisagens da Europa.
Uma vez eu li que o que os europeus gastam por ano comendo sorvete daria pra alfabetizar todas as crianças do mundo. Isso também é barbárie, e deveria envergonhar a todos nós.
Eu fico imaginando como seria nossa vida se não tivessemos sido colonizados…
Não teríamos tanta doença, nem outro mal do Velho Mundo. Nossos hermanos astecas teriam conseguido evoluir muito mais do que já eram - ultrapassariam a evolução do 1º mundo de hoje.
Leiam Eram os deuses astronautas, de Erich von Daniken!
Isso aí é despeito! Nossos queridos detratores, inventores da cerveja e do salsichão, ainda não engoliram o dia 30 junho de 2002, em Yokohama, quando Ronaldinho, de Bento Ribeiro, enfiou dois golaços nas redes germãnicas de Oliver Kahn, botando assim mais uma estrela na já tetra-estrelada amarelinha. :P
Eu vou é pra Jamaica… ter com Xeriff John Brown!
Eu acho que o mundo tem mais é que falar mal mesmo das merdas e barbáries que acontecem aqui. Sou totalmente contra o ufanismo besta de só querer falar bem do Brasil. Não que o resto do mundo seja bonzinho. Todo mundo tem seu lado cão, e lá fora não é diferente. Eu amo este país, mas é inegável que seja um país de grandes mazelas e banditismo desenfreado. Infelizmente, é a realidade.
Eu concordo com todos.
Se dentro de um mesmo Brasil, existem tantos “países”, o que dizer do mundo? Dentro do Brasil tem “alemão” também, e não digo alemão a raça, alemão nesse caso é a forma de pensar que como tal em relação a nossa diversidade, não só cultural, mas econômica, educacional, social, o escambau. “As aftas ardem, hemorróidas idem”.
Se dentro de um mesmo Brasil, existem tantos “países”, o que dizer do mundo? Dentro do Brasil tem “alemão” também, e não digo alemão a raça, alemão nesse caso é a forma de pensar como tal em relação a nossa diversidade, não só cultural, mas econômica, educacional, social, o escambau. “As aftas ardem, hemorróidas idem”.
Como diz lamentável em alemão?
Deve ser horrível morar numa cidade assim.
Só às vezes, Anselmo. Só às vezes…