A cidade que não escorre

Chove, chove e não escorre. Inunda mas não lava. Daí a terra desliza; na próxima o teto desaba. Para muitos isso já acontece!
Pipocas de metal são consumidas durante os filmes de ação ao vivo; cenas de violência explícita.

Foram descobertos canos clandestinos… Clandestinos canos ou engenharias?

Sabe-se lá se o teto do Rebouças é checado temporariamente?! Sabe-se lá da segurança das estruturas da Ponte Rio- Niterói? Pagamos pedágio, mas pagamos impostos e de nada se sabe.

Nem a pista do aerporto de SP era checada! Vão dar atenção ao segundo maior centro urbano do Brasil? Hunf.

Prefeito? Governador? Estamos carentes de pai! Por favor nos acuda; de braços abertos. Falta um pai para o Rio; a figura de autoridade foi transformada em pedra, colocada nas alturas, onde ninguém possa alcançar. Só este pai ausente sobreviverá ao desastre das inundações. O Rio não tem mãe; não sabem as ruas como fluir ao tráfego, os morros como fluir ao tráfico e as pessoas como fluir ao caos.

Somos um povo carente. Que tipo de gente somos??

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