Malandragem universal ou turista é uma merda.
No Brasil o carioca é conhecido, entre outras, pela malandragem, o cara “exxxxperto”. Isso irrita muita gente de outros estados que chega para visitar a cidade maravilhosa.
Longe de ser uma especificidade local, vemos que até em países ditos desenvolvidos, de “primeiro mundo”, como Grécia, Itália e Espanha, a malícia e vontade de tirar vantagem em cima dos outros também é constante.
Circular pelas ruas mais visitadas de Atenas e Barcelona é um exercício de atenção. Seja a pé, de metrô, bondinho ou carro, tem que ficar ligado o tempo inteiro se não quiser ter seus pertences surripiados solenemente, com classe e discrição européia.
Na hora de pegar um táxi por lá, só para citar outro exemplo, prepare-se que você também pode pagar mais caro e ser enrolado, ainda mais se o idioma é grego. Difícil discutir.
Na verdade, onde tem turista, tem um bando de besta em potencial e alguém querendo se aproveitar, pouco importa o lugar do mapa.
Aí você pensa, “poxa, sou do Brasil, moro no Rio, tenho curso avançado nisso”. A malandragem é universal, mas os artifícios para exercê-la são diferentes.
Você pode até sair com cara de otário ou ser feito de idiota nessas viagens ao velho mundo. Pelo menos o europeu é mais pacífico na hora do roubo, ou melhor, furto. E muito provavelmente não vai apontar uma arma na sua cabeça. O que já é alguma coisa.



São quase engraçadinhas, essas vacas. A cidade está cheia delas. As pessoas passam, olham, passam a mão no rabo delas, comentam seus adereços. A parada começou em 1999, em Chicago, e de lá seguiu para centenas de outras cidades do mundo. Em toda a parte, depois da exposição, as peças vão a leilão e a grana arrecadada é doada para alguma instituição pública. No Rio vai para a Obra Social da Cidade. O site 