Archive for January, 2008

yurrul

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Visão do Forte de Copacabana, outubro de 2007

Sempre confundi montanha russa com roda gigante, vai entender a dislexia que me habita desde os 7.
Domingo agora começa a funcionar a roda, não tão gigante, no forte de Copa. Ingressos baratinhos, alguns belos minutos pra olhar essa cidade, que cada vez mais, fica mais bonita de longe.
Um vinho, amigos, uma subidinha. Clichezão, mas é uma boa pedida pra essa janeiro com cheiro de chuva que agora me acalma. 8 e infinito de pé. Adoro.
Uma volta na roda com emoção russa de uma montanha.

Esquentando os tamborins

Esse ano vamos sair de curdos. No carnaval passado a idéia era fazer um bloco de coreanos. Chegamos a baixar o hino da Coréia do Sul em mp3 — seria o nosso samba-enredo — e eu até imprimi a sua tradução, que é mais ou menos assim: ‘Até que as ondas do mar oriental sequem e que o monte Baekdusan se alonginque, Deus proteja nossa terra para sempre, nosso pais para sempre. (…) Que a Coréia, pais da rosa de Sharon, dos milhares de quilômetros de montanhas e rios magníficos, fique para sempre de pé, defendida por seu povo.’ Mas, não sabemos porque, ninguém aderiu ao projeto e o bloco não vingou. De fato apenas eu e meu velho amigo Yuno Virgilio — que é filho de pai japonês e mãe portuguesa — perseveramos até o último momento, sem êxito porém. Acho que atrapalhou o fato de que os integrantes do bloco coreano deveriam, de acordo com o plano, sair fantasiados de alemães e aí, fevereiro, aquele calorão, vocês sabem como é… Mas vamos simplificar. Agora o bloco é curdo. Veja como é simples a coreografia! Bastam duas pessoas com lenços. A letra segue aí embaixo pra todo mundo já ir decorando. A gente se vê no Boitatá.

Şemamê Şemamê Şemamê bûkê
Domamê domamê domamê bûkê
Şemam bûka mele
Domam bûka mele
Genim da zerdele
Nehişt para mele
Revî çû ser kele
Şemamê tîto vît e
Eslê xwe egît e
Şemamê nan dîpêje
Girkan hildavêje

O seu reveillon foi mais ou menos?

Não que eu me importe muito com essas coisas, mas o fato é que por mais que eu pense o contrário, todo ano tem Natal, Reveillon e Carnaval. Não dá pra escapar dessas coisas. Pra dizer a verdade o meu reveillon foi meio chatinho. Tirando um quiche de cebola, as primeiras latas de cerveja que ainda estavam geladas e duas ou três boas companhias o resto foi aquela coisinha chocha. Vai ver que pra todo mundo é assim: um quiche, três latinhas geladas e dois bons amigos… Mas tudo bem. Bola pra frente. Que venha 2008. Mas se alguém aí não gostou da sua virada de ano e ainda tem pique pra essa coisa, se liga na dica: hoje, sexta-feira, os Escravos da Mauá fazem o seu já famoso Reveillon depois do Reveillon. Vai ter queima de fogos e o caramba. Aquele sambinha simpático, as tias vendendo angú, caldinho de mocotó, quiosque de cachaça, etc e tal. A parada é ali no Largo de São Francisco da Prainha, na Praça Mauá, e começa por volta das 19 horas.

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