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	<title>Rio de Janeiro Metblogs &#187; rio_camila</title>
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	<pubDate>Sun, 30 Nov 2008 07:56:25 +0000</pubDate>
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		<title>fevereiro</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Feb 2008 21:09:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rio_camila</dc:creator>
		
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Rio&#62;&#62;Niterói. nossa vida ficou esvaziada de realidade naquele espaço e a nossa visão estava estreitanto ao longo das horas. então pensei em  Bavcar chamando a todos nós de cegos. lembro que na altura achei graça do tom. vivemos num mundo que perdeu a visão, ele dizia com muita seriedade, sentenciando talvez. meu acompanhante concordou [...]]]></description>
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<p>Rio&gt;&gt;Niterói. nossa vida ficou esvaziada de realidade naquele espaço e a nossa visão estava estreitanto ao longo das horas. então pensei em <a href="http://p.php.uol.com.br/tropico/html/textos/1644,1.shl "> Bavcar</a> chamando a todos nós de cegos. lembro que na altura achei graça do tom. vivemos num mundo que perdeu a visão, ele dizia com muita seriedade, sentenciando talvez. meu acompanhante concordou com a cabeça. saímos daquele lugar antes do horário planejado porque precisávamos respirar coisas e enxergar outras tantas. cruzamos a ponte que nos levaria de volta para minha cidade. estamos sempre voltando para casa, ele disse enquanto mantinha uma mão sob minha perna e a outra no volante. eu fiz que sim num murmúrio. porque não havia o que discordar. e o dia estava tão cheio de imagens simbólicas que eu só pude lamentar por <a href="http://p.php.uol.com.br/tropico/html/textos/1644,1.shl "> Bavcar</a> nunca ter enxergado aquilo tudo.</p>
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		<title>Latitude 0</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Nov 2007 01:48:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rio_camila</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[A culpa era do calor. A única coisa que realmente fazia sentido. Culpar o clima por suas atitudes intransigentes. Era final de primavera. A mais abafada de todos os tempos. Novembro dos infernos. Nestes dias, ela alegava incoerência mental, dizia que não conseguia se concentrar. Maldito fim de ano. Na tv, já se anunciava o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A culpa era do calor. A única coisa que realmente fazia sentido. Culpar o clima por suas atitudes intransigentes. Era final de primavera. A mais abafada de todos os tempos. Novembro dos infernos. Nestes dias, ela alegava incoerência mental, dizia que não conseguia se concentrar. Maldito fim de ano. Na tv, já se anunciava o Natal na Leader Magazine.</p>
<p>Virou a noite acordada lucubrando pensamentos nada saudáveis. Mas se estendeu na cama até às 10h.</p>
<p>Pagou umas contas no banco e depois foi almoçar. Achava sempre o cúmulo da solidão sentar sozinha numa mesa de restaurante. Ficava olhando as pessoas e inventando histórias para cada uma delas. Teve vontade de ligar para ele, mas resistiu. Há uma semana não tem notícias. Tinha realmente desistido de estabelecer qualquer tipo de contato. Ele era sempre hostil. E ela se achava patética pela insistência.</p>
<p>Às 13h pegou no trabalho, revisou uns textos, autorizou umas edições e amargou numa reunião tediosa que não sabe ao certo o que foi discutido. O ar condicionado não dava vazão para o calor e ela suava. Tinha na camiseta uma marca molhada no meio dos peitos. Ela não conseguia parar de pensar nele. Era saudade de voz. E não mera distração.</p>
<p>No fim do dia, leu umas notícias na internet e soube de um banhista afogado em Ipanema. Teve sobressaltos e imaginou se não teria sido ele. </p>
<p>Toda drama era pouco. E qualquer motivo seria suficiente para a ligação encubada desde a hora do almoço. Fechou o dia e foi para casa pensando atacar o telefone em primeira instância. A saudade, claro. Ela não dizia em voz alta para não ter que assumir que sentia falta dele, e também, para não lembrar que ele vivia muito bem sem ela. O silêncio dessa semana sem contato era isso, a total falta de interesse dele. </p>
<p>Arriou a bolsa no chão da sala e encarou o telefone. Pensou se aquilo era realmente válido. Mas ela era impulsiva e inconseqüente. Não sabia dosar nunca. </p>
<p>Ligou o rádio e rolava qualquer música numa voz feminina. </p>
<p>Ele atendeu sem nenhuma surpresa, e ela afoita, querendo saber da vida, das coisas todas. Ele estava em Brasília visitando família, amigos  (antigos casos - de certo). Foi tão monossilábico e desinteressante que ela respirou fundo aquele desdém a distância. Sabia que aquela ligação não representava nada para ele. Não prolongou o assunto, nem contou do bafo quente que assolava as moleiras no Rio de Janeiro. Mas quis saber do clima daquele lugar antes de desligar. Parecia uma pergunta sem sentido. E a resposta veio breve e sem questionamentos. <em>Seco</em>, ele disse.</p>
<p>Ela desejou que aquela cidade seca fizesse o nariz dele sangrar.</p>
<p>- <em>Em Brasília, 19 horas</em>.</p>
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		<title>eu vou estar cagando para tudo isso:</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Oct 2007 21:25:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rio_camila</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[putaria:
http://g1.globo.com/Noticias/Politica/0,,MUL140022-5601,00.html
golpe:
http://noticias.terra.com.br/popular/interna/0,,OI1955399-EI1141,00.html
nonsense:
http://jbonline.terra.com.br/extra/2007/10/03/e031013642.html
patético:
http://odia.terra.com.br/rio/htm/geral_126718.asp
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>putaria:</p>
<p><a href="http://g1.globo.com/Noticias/Politica/0,,MUL140022-5601,00.html">http://g1.globo.com/Noticias/Politica/0,,MUL140022-5601,00.html</a></p>
<p>golpe:</p>
<p><a href="http://noticias.terra.com.br/popular/interna/0,,OI1955399-EI1141,00.html">http://noticias.terra.com.br/popular/interna/0,,OI1955399-EI1141,00.html</a></p>
<p>nonsense:</p>
<p><a href="http://jbonline.terra.com.br/extra/2007/10/03/e031013642.html">http://jbonline.terra.com.br/extra/2007/10/03/e031013642.html</a></p>
<p>patético:</p>
<p><a href="http://odia.terra.com.br/rio/htm/geral_126718.asp">http://odia.terra.com.br/rio/htm/geral_126718.asp</a></p>
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		<title>&#8220;goze a fantasia de se sentir embalado pelo mundo&#8221; - Raduan Nassar</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Aug 2007 22:30:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rio_camila</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p><img alt="S4010026.jpg" src="http://rio.metblogs.com/archives/images/2007/08/S4010026.jpg" width="480" height="640" /></p>
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		<title>&#8220;tudo está no mesmo lugar, mas as vezes não vejo&#8221;</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Jul 2007 20:49:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rio_camila</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Santa Teresa me abre as portas e eu passo. Os paralelepípedos comem minha sandália velha. E eu deixei por lá a sola do pé direito. Os gringos me olham profundamente. Olho no olho. As outras línguas talvez leiam dor. E todas aquelas cores me dão uma estranha sensação de paz. Mas a vida vem com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Santa Teresa me abre as portas e eu passo. Os paralelepípedos comem minha sandália velha. E eu deixei por lá a sola do pé direito. Os gringos me olham profundamente. Olho no olho. As outras línguas talvez leiam dor. E todas aquelas cores me dão uma estranha sensação de paz. Mas a vida vem com seus métodos nada gentis, ele* me disse no livro que eu grifei com marcador fluorescente. O bonde, depois de mim, enguiça a cada curva. E demora. Todas as coisas no momento se resumem em esperas. E todas sem previsão. Sem prazo de fim. Então eu monto alguns sorrisos, de repente  a leveza se instaura. Mas as correntes das desventuras são seqüenciais. E vem de assombro. Vem vestida com violência e me persegue. Eu fujo, claro. E atravesso ruas sem perceber. Ontem eu caí numa fuga. No meio de uma pista gigante. Tenho cortes, tenho hematomas e me falta parte de uma unha. Voltei para casa sangrando. Antes uma amiga havia dito: &#8220;você anda marchando&#8221;. Eu estou em guerra. E tudo parece tão metafórico. Mas é real. Deus, me custa dizer, mas é real. Eu caí. E pensei com força: do chão não passo. Alí, deitada na pista, por uns segundos me vi em slow motion, sabendo que as minhas quedas são sempre grandes. Porque eu sou inteira demais. Mas o sol de ontem aqueceu. E teve brisa, teve céu azul. Algumas verdades se pregam na parede. E eu repito como um mantra: <em>que seja doce, que seja doce</em>. Repito sem posse de causa. Repito porque assim o tempo passa e as coisas ganham outras formas. Minha perna dói. Já se sabe, mesmo salvos, não voltamos das guerras.</p>
<p><img alt="sagrado1.JPG" src="http://rio.metblogs.com/archives/images/2007/07/sagrado1.JPG" width="330" height="440" align="center"><br />
(do ateliê de algum artista de Sta. Teresa, ontem a tarde)</p>
<p>* ele: Gustavo Rios, autor de &#8220;O amor é uma coisa feia&#8221;.</p>
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		<title>circuito</title>
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		<pubDate>Wed, 30 May 2007 19:38:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rio_camila</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[a minha vida de cinéfila cabe no Estação Paissandu. por sorte toda semana estréia algum filme que está na minha lista de preferências. o lugar é um charme. e agora tem uma promoção de R$6,50 meia entrada aos finais de semana. adoro. salve a vida acadêmica. tem um fumódromo no fundo da sala que acho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>a minha vida de cinéfila cabe no Estação Paissandu. por sorte toda semana estréia algum filme que está na minha lista de preferências. o lugar é um charme. e agora tem uma promoção de R$6,50 meia entrada aos finais de semana. adoro. salve a vida acadêmica. tem um fumódromo no fundo da sala que acho sensacional. apesar de saber de algumas reclamações a respeito do som. dizem que não chega muito bem para quem fica atrás do <em>aquário</em>. não sei. só acho bonito. não fumo. sou uma pessoa alérgica ao mundo. e minhas paixões por salas de cinema são extremamente volúveis. de repente semana que vem me apaixono por outra. </p>
<p><img alt="paissandu.JPG" src="http://rio.metblogs.com/archives/images/2007/05/paissandu.JPG" width="440" height="330" /></p>
<p>semana passada assisti  <strong>Além do desejo</strong>. é tanta solidão no mundo, minha gente.</p>
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		<title>&#8220;papa&#8221; don&#8217;t &#8220;freak&#8221;</title>
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		<pubDate>Mon, 07 May 2007 00:23:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rio_camila</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[abril acabou.
o tempo caducou.
a gripe saltou.
meu flamengo ganhou.
a maconha desfilou.
cristo panfletou.
e a igreja chiou.
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			<content:encoded><![CDATA[<p>abril acabou.<br />
o tempo caducou.<br />
a gripe saltou.</p>
<p>meu <u>flamengo</u> ganhou.</p>
<p>a maconha desfilou.<br />
cristo panfletou.<br />
e a igreja chiou.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>mise-en-scène</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Apr 2007 22:39:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rio_camila</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[coisas]]></category>

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		<description><![CDATA[
foi no Baixo Gávea, um barraco generalizado, coisa de casal em fim, traição, eu acho. a gente não entendia nada, uns palavrões soltos, aquele aglomerado em volta e uma garrafa de cerveja voou estilhaçando no meu pé. claro, cagada em pau de arara. era uma semana da porra, azar rolando no ar. uma desgraça essa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img alt="06g.jpeg" src="http://rio.metblogs.com/archives/images/2007/04/06g.jpeg" width="500" height="332" /></p>
<p>foi no Baixo Gávea, um barraco generalizado, coisa de casal em fim, traição, eu acho. a gente não entendia nada, uns palavrões soltos, aquele aglomerado em volta e uma garrafa de cerveja voou estilhaçando no meu pé. claro, cagada em pau de arara. era uma semana da porra, azar rolando no ar. uma desgraça essa vida de gente que desconta mágoa em alheios. ele estava no bar da frente, divididos pela rua - eu numa esquina, ele na outra. e frequentávamos as noites dos mesmos dias. inacreditável toda a coincidência pós barraco de bêbado e garrafa no pé. e eu além daquilo tudo gritando meu horror. ele chegou discreto, querendo ajudar. eu <em>sonhava acordada um jeito de não sentir dor</em>. ele limpou os cacos, fez um curativo de guardanapo com band-aid e escreveu o telefone no papel. só notei em casa. um número por cima do sangue. liguei. deixei chamar três vezes. desliguei. ele ligou de volta. eram 04:30h. <em>pra que usar de tanta educação pra destilar terceiras intenções</em>. daí para a paixão foi fácil. acordos possíveis. envolvimento. sexo bom. o Baixo Gávea era nosso cupido e nosso inferno. nos desentendemos como já era de se esperar. a imbatível precisão dos três meses. se sustentar, vira amor ou dependência sentimental. eu me recusava a acreditar naquilo tudo. mas desgastou. ciúmes, crises, questões freudianas entre nós dois. os garçons já perguntavam - cadê o cara? e eu fui sumindo do território que adorava.  como a gente conta que deu fim? era a conspiração social anti-casais. e ninguém nunca havia perguntado sobre nós dois. mas agora era praxe. e eu sorria amarelo. <em>a emoção acabou</em>. depois eu descobri o que era toda aquela tortura. a falta que faz.  e eu que não gostava de Cazuza, cabia perfeita - <em>prendia o choro e aguava o bom do amor</em>.</p>
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		<title>- e não quero acreditar que vou gastar de outro modo a vida:</title>
		<link>http://rio.metblogs.com/2007/04/05/e-nao-quero-acreditar-que-vou-gastar-de-outro-modo-a-vida/</link>
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		<pubDate>Thu, 05 Apr 2007 18:22:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rio_camila</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Ar livre]]></category>

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		<description><![CDATA[
- Vista Chinesa, domingo passado.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img alt="vista%20chinesa.JPG" src="http://rio.metblogs.com/archives/images/2007/04/vista%20chinesa.JPG" width="500" height="375" /></p>
<p>- Vista Chinesa, domingo passado.</p>
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		</item>
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		<title>do Oiapoque ao Chuí:</title>
		<link>http://rio.metblogs.com/2007/03/27/do-oiapoque-ao-chui/</link>
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		<pubDate>Tue, 27 Mar 2007 06:32:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rio_camila</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>

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		<description><![CDATA[ O  Tropicalismo veio inspirado de Hélio Oiticica por Caetano Veloso, que cantou Torquato Neto que por sua vez vinha com Rogério Duprat, carregandoTom Zé, que somava (in)consciente  Baudelaire e Mallarmé; mas tudo isso vindo de Oswald de Andrade, que criou o Movimento Antropofágico graças a Tarsila do Amaral.
Abaporu. Abaporu.
Salve Salve.
A tropicália caminhou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img alt="tropi.jpeg" src="http://rio.metblogs.com/archives/images/2007/03/tropi.jpeg" width="285" height="428" align="left"> O <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tropic%C3%A1lia"> Tropicalismo</a> veio inspirado de Hélio Oiticica por Caetano Veloso, que cantou Torquato Neto que por sua vez vinha com Rogério Duprat, carregandoTom Zé, que somava (in)consciente  Baudelaire e Mallarmé; mas tudo isso vindo de Oswald de Andrade, que criou o Movimento Antropofágico graças a Tarsila do Amaral.</p>
<p>Abaporu. Abaporu.</p>
<p>Salve Salve.</p>
<p>A tropicália <em>caminhou contra o vento, sem lenço sem documento </em>e eclodiu num slogan que denunciava:</p>
<p> <strong>SEJA MARGINAL, SEJA HERÓI.</strong></p>
<p>Subversivos, nós todos, à margem- dos que furtam cones aos que expandem mundos.</p>
<p>Neoconcretistas, neoconcretistas.</p>
<p>Sem mais.</p>
<p><em>Eu vou. Por que não?</em></p>
]]></content:encoded>
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