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	<title>Rio de Janeiro Metblogs &#187; rio_leonardo</title>
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	<pubDate>Wed, 01 Oct 2008 21:44:48 +0000</pubDate>
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		<title>Da série &#8220;Pôr-do-sol sob Duralex&#8221;</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Oct 2006 19:54:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rio_leonardo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Lugares]]></category>

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		<description><![CDATA[
Da janela na quina do Méier, uma vista sobre Todos os Santos e Engenho de Dentro. A linha do trem corre pelo lado esquerdo, em direção à linha do horizonte. 
Abaixo do clarão do sol, fica a obra do Engenhão, o Estádio Olímpico de nosso Adolf, que mostrará ao mundo a superioridade da raça carioca.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img alt="DSC00073.JPG" src="http://rio.metblogs.com/archives/images/2006/10/DSC00073.JPG" width="500" height="375" /></p>
<p>Da janela na quina do Méier, uma vista sobre Todos os Santos e Engenho de Dentro. A linha do trem corre pelo lado esquerdo, em direção à linha do horizonte. </p>
<p>Abaixo do clarão do sol, fica a obra do Engenhão, o Estádio Olímpico de nosso Adolf, que mostrará ao mundo a superioridade da raça carioca.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Deu no NYT</title>
		<link>http://rio.metblogs.com/2006/10/09/deu-no-nyt/</link>
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		<pubDate>Mon, 09 Oct 2006 18:19:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rio_leonardo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Jornais]]></category>

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		<description><![CDATA[Bem, ainda não&#8230; Mas tá no Globo!!!!
A coluna do Sergio Maggi, do InfoEtc, deu destaque nesta segunda para este quintal virtual aqui. Dêem uma olhada.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bem, ainda não&#8230; Mas tá no Globo!!!!</p>
<p>A coluna do Sergio Maggi, do InfoEtc, deu destaque nesta segunda para este quintal virtual aqui. Dêem uma <a href="http://www.experimenteoglobo.com.br/flip/?idEdicao=42e3fdf205924072f9fa7d52d02bac7d&amp;idCaderno=975ce22f14e561bb2b2fb937d7f37018&amp;page2go=5&amp;origem=4">olhada</a>.</p>
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		<title>Rio, a capital da estética</title>
		<link>http://rio.metblogs.com/2006/09/29/rio-a-capital-da-estetica/</link>
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		<pubDate>Fri, 29 Sep 2006 18:23:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rio_leonardo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Pessoas]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Ó minha unha francesinha preta. Comigo tem essa de ir em salão, não. Faço na obra, virando massa&#8221;
Ouvido hoje da boca de um sujeito de uns 1m60 num trem lotado (mas refrigerado) em alguns ponto entre Méier e Central.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Ó minha unha francesinha preta. Comigo tem essa de ir em salão, não. Faço na obra, virando massa&#8221;</p>
<p>Ouvido hoje da boca de um sujeito de uns 1m60 num trem lotado (mas refrigerado) em alguns ponto entre Méier e Central.</p>
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		<title>Visita guiada</title>
		<link>http://rio.metblogs.com/2006/08/04/visita-guiada/</link>
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		<pubDate>Fri, 04 Aug 2006 23:10:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rio_leonardo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>

		<category><![CDATA[Lugares]]></category>

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		<description><![CDATA[Conhecer o Rio por suas representações pode ser tão revelador quanto gastar sola de sapato, gasolina e RioCard zanzando por aí. Versos, fotos, livro, quadros, e até este blog podem valer por um bifinho (melhor, um cabritinho do Capela) quando se trata de entender que merda (com carinho, claro) é essa de Rio de Janeiro.
Duas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Conhecer o Rio por suas representações pode ser tão revelador quanto gastar sola de sapato, gasolina e RioCard zanzando por aí. Versos, fotos, livro, quadros, e até este blog podem valer por um bifinho (melhor, um cabritinho do Capela) quando se trata de entender que merda (com carinho, claro) é essa de Rio de Janeiro.</p>
<p>Duas expos que vi essa semana ajudam, meio de viés, a chegar lá. As duas estão no (na?) <strong>Caixa Cultural Rio</strong>, o centro cultural novo que abriu no Centro (Av. Almirante Barroso, 25).</p>
<p>Por ordem ascendente:</p>
<p>No térreo tem a <strong>&#8220;Fotografia brasileira contemporânea&#8221;</strong>. O título é um tanto auto-explicativo e não convém gastar preciosos bits de sua tela resumindo a expo. Quero falar das fotos que retratam o Rio. O saudoso Tivoli Park tá lá (foto de Cassio Vasconcelos), com um moleque, movimento circular dos brinquedos, balões pra cacete, numa imagem que sintetiza todas as memórias meio borradas que guardo do parque. As essência das antigas igrejas do Centro aparecem por completo na foto de Miguel Rio Branco - o cachorro na porta, o flanelinha extorquindo alguém que está indo para o casamento, a bela luz que vem de dentro da igreja.<br />
<span id="more-197"></span><br />
O subúrbio aparece nos detalhes captados por Bruno Veiga. As bonitas imagens esbarram no clichê, que por sua vez esbarra na verdade. Vale, pois. Do outro lado da cidade, São Conrado é retratado com marzão e sem Rocinha - amplo cenário de sonho - por Orlando Brito. Já a Praia Vermelha de Pedro Vasquez tem nada de sonho, muito menos de pesadelo. Mais presa ao chão, enfim.</p>
<p>Uma das melhores do grupo das fotos &#8220;cariocas&#8221; é a de Mauro Nascimento, que mostra uma prostituta em Copa vista de dentro de um carro. Apoiada no veículo, ela chupa picolé. A imagem tem uma vulgaridade - entendam a palavra em todos os sentidos, mas sobretudo o de &#8220;normalidade&#8221; - que a torna absurdamente real. </p>
<p>E tem também o registro histórico de Evandro Teixeira mostrando a Candelária sendo tomada pela polícia e seus cavalos quando milhares de pessoas estavam reunidas na a missa de sétimo dia do estudante Edson Luis, um protesto mudo contra a ditadura. É o Rio grandioso, dos livros de história, que me interessa menos que o Rio pequeno, cotidiano, dos blogs. Mas é claro que a foto extrapola o puro registro documental e é interessante por sua composição perfeita. E por retratar a arquitetura maravilhosa da igreja.</p>
<p>No piso superior está em cartaz <strong>&#8220;Di Cavalcanti - um perfeito carioca&#8221;</strong>, com obras do homem em que fica mais claro seu interesse pelo Rio. Tem uma frase dele na narração do vídeo exibido lá: &#8220;Acho que minha obra pertence ao Rio de Janeiro. Só podia ter sido feita aqui&#8221;. É por aí.</p>
<p>Di me pega mais pelo geral (cenários, situações, tipos) que pelo particular (a humanidade de seus personagens). Ainda assim, não nego que a palavra &#8220;gênio&#8221; cai bem nele. Principalmente quando fica mais clara a ligação de sua arte com uma certa interpretação modernista do Brasil - olhar voltado para mestiçagens, cultura popular, vida cotidiana. As obras dos anos 50 são as que resolvem isso melhor.  </p>
<p>Mas o Rio: </p>
<p>Ele aparece nas cenas do mangue (antiga zona de prostituição), carnaval (além dos bailes e festas, há dois cartazes elegantes paca que ele fez para enfeitar a cidade), rinha de galos (fantástica), gafieiras; no arabesco típico das grades cariocas; numa Paquetá paradisíaca e cotiana; no gasômetro (uma composição genial com aquela gogantesca e estranha intervenção urbana); no subúrbio cheio de verde e na favela romântica, cenários da primeira metade do século 20; no Pão de Açúcar ao fundo; no moleque, com uma expressão típica de moleque, uma boca meio torta que certamente você já viu nos melhores e nos piores moleques desta cidade; e nas mulheres tropicais, tristes e sensuais (o mamilo de Abigail se insinuando  no decote é sensacional).</p>
<p>O Caixa Cultural Rio tá aberto de segunda a sexta, das 10h às 22h. Sábado, domingo e feriado, de 10h às 15h. É de graça. E se você for carioca ganha 50% de desconto.</p>
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		<title>Pintor-letrista</title>
		<link>http://rio.metblogs.com/2006/08/01/pintor-letrista/</link>
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		<pubDate>Tue, 01 Aug 2006 17:19:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rio_leonardo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Ar livre]]></category>

		<category><![CDATA[Pessoas]]></category>

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		<description><![CDATA[A primeira vez que ouvi a expressão, pensei num artista duplo, um sujeito que além de pintar, fazia versos para melodias do nosso cancioneiro popular. 
Mas pintor-letrista, vocês sabem, é o cara que pinta letreiros (&#8221;Rei das Ferragens&#8221;), faixas (&#8221;MCs Serginho e Duda no Jacarezinho. Damas gártis até às 23h&#8221;), cartazes (&#8221;Ducha grátis&#8221;) e até [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A primeira vez que ouvi a expressão, pensei num artista duplo, um sujeito que além de pintar, fazia versos para melodias do nosso cancioneiro popular. </p>
<p>Mas pintor-letrista, vocês sabem, é o cara que pinta letreiros (&#8221;Rei das Ferragens&#8221;), faixas (&#8221;MCs Serginho e Duda no Jacarezinho. Damas gártis até às 23h&#8221;), cartazes (&#8221;Ducha grátis&#8221;) e até anúncio nos muros (&#8221;Segundo grau em 3 meses&#8221;). Designers da publicidade popular, enfim, cujo produto está um degrau acima da galera que cola no poste a folha A4 toscamente escritas &#8220;Toma-se conta de crianças&#8221;, &#8220;Trago a pessoa amada&#8221; ou &#8220;Faz-se frete&#8221;. </p>
<p>O ofício do pintor-letrista parece prosaico, mas é o cara que escolhe as fontes (verdana? arial?) e os arabescos, os fru-frus que dão uma cara às &#8220;letras&#8221; da cidade. Pode reparar que cada lugar vai cosntruindo sua tipologia, alheio às placas oficias da prefeitura e aos outdoors feitos em photoshop - ou num software &#8220;outdoor editor&#8221; que eu desconheço.</p>
<p>Enfim, este é só um post tributo. A alma da cidade (não gosto muito da expressão, tenho medo de alma) se deve muito a seus pintores-letristas. Talvez na mesma medida que a seus pintores e a seus letristas.</p>
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		<title>Pequenas alegrias que a cultura digital me proporciona</title>
		<link>http://rio.metblogs.com/2006/07/25/pequenas-alegrias-que-a-cultura-digital-me-proporciona/</link>
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		<pubDate>Tue, 25 Jul 2006 23:51:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rio_leonardo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Ar livre]]></category>

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		<description><![CDATA[Na estação das barcas, mas do ladilá, Nikiti City. Eu cansado, de volta pro Rio depois do fim de semana em Maricá e depois da primeira das três baldeações que tinha que encarar para chegar em casa. Mas o cansaço não afetou meus sentidos. Eu realmente vi aquilo. Juro.
À história: 
Dezenas (milhares? milhões?) de camelôs [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na estação das barcas, mas do ladilá, Nikiti City. Eu cansado, de volta pro Rio depois do fim de semana em Maricá e depois da primeira das três baldeações que tinha que encarar para chegar em casa. Mas o cansaço não afetou meus sentidos. Eu realmente vi aquilo. Juro.</p>
<p>À história: </p>
<p>Dezenas (milhares? milhões?) de camelôs de CDs, DVDs, cada um com seu sonzinho estourado exibindo suas mercadorias. Sei lá por que parei o olhar num. O cara vendia CDs e DVDs. As caixas de som esgoelavam <a href="http://vagalume.uol.com.br/os-cacadores/dona-gigi.html"><strong>&#8220;Dona Gigi&#8221;</strong></a>. A 14 polegadas no passava &#8220;A noiva-cadáver&#8221;, no &#8220;mute&#8221;. </p>
<p>E - aí o barato - estava sincronizado!!!! </p>
<p>&#8220;Eu sou a Dona Gigi&#8221; - parecia que era a frase saía da boca da noiva-cadáver. &#8220;Esse aqui é o meu esposo&#8221; - cortava pro &#8220;noivo&#8221;. Os outros cortes seguiam o ritmo do batidão.</p>
<p>Tal e qual o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dark_side_of_the_Moon"><strong>Pink Floyd com &#8220;O mágico de Oz&#8221;</strong></a>, Os Caçadores teriam feito uma sinfonia de significados esotéricos sobre o filme de Tim Burton?</p>
<p>Teria a obra se revelado digitalmente por acaso para um camelô de Niterói?</p>
<p>Seria eu um profeta? </p>
<p>Estaria o futuro da Baía de Guanabara entregue à maneira como eu interpretaria aqueles sinais?</p>
<p>Cheguei em casa, dormi até segunda-feira. E segunda, vocês sabem, é o dia mundial do pragmatismo cínico. Não há na história humana registros de epifanias numa segunda.  </p>
<p>Enfim: qualquer dia alugo um DVD de &#8220;A noiva-cadáver&#8221; e tento reproduzir o milagre em casa.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Sexta, numa redação da Cidade Nova</title>
		<link>http://rio.metblogs.com/2006/07/21/sexta-numa-redacao-da-cidade-nova/</link>
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		<pubDate>Fri, 21 Jul 2006 20:56:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rio_leonardo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Pessoas]]></category>

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		<description><![CDATA[Ele, na porta, saindo, tom safado: Tá primaveril hoje, hem, nêga?
Ela, há três metros, em sua baia: [sorriso desdenhoso]
Ele: Qual a cor hoje? Floridinha também?
Ela: Cor da pele. Combinando com o sutiã.
Ele: Ssssssss [aspirando]&#8230;
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Ele, na porta, saindo, tom safado:</strong> Tá primaveril hoje, hem, nêga?<br />
<strong>Ela, há três metros, em sua baia: </strong>[sorriso desdenhoso]<br />
<strong>Ele: </strong>Qual a cor hoje? Floridinha também?<br />
<strong>Ela: </strong>Cor da pele. Combinando com o sutiã.<br />
<strong>Ele: </strong>Ssssssss [aspirando]&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Fui!</title>
		<link>http://rio.metblogs.com/2006/07/20/fui/</link>
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		<pubDate>Fri, 21 Jul 2006 00:06:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rio_leonardo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Internet]]></category>

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		<description><![CDATA[Acaba de dar no Globo Online. 
Motorista que tenta escapar de multa tem no Brasil inteiro. Mas assim, só no Rio. É por isso que me ufano blá blá blá&#8230;
++
Motorista que burlava radares é preso na Linha Vermelha
O Globo
RIO - Agentes da Fundação Departamento de Estradas de Rodagem do Estado do Rio e policiais do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acaba de dar no Globo Online. </p>
<p>Motorista que tenta escapar de multa tem no Brasil inteiro. Mas assim, só no Rio. É por isso que me ufano blá blá blá&#8230;</p>
<p>++</p>
<p><strong>Motorista que burlava radares é preso na Linha Vermelha</strong></p>
<p><em>O Globo</em></p>
<p>RIO - Agentes da Fundação Departamento de Estradas de Rodagem do Estado do Rio e policiais do Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRV), em operação conjunta, prenderam um motorista que burlava os radares de velocidade da Linha Vermelha. Ele utilizava um dispositivo que fazia com que as placas do veículo, uma Parati, levantassem no momento do flash do radar. </p>
<p>Além do truque, quando as placas eram suspensas, o infrator se despedia com a mensagem: &#8220;fui!&#8221; - era o que estava escrito sob a placa traseira. O motorista está no posto da Linha Vermelha, próximo à entrada da Rodovia Washington Luís. </p>
<p>O link para a página tá <strong><a href="http://oglobo.globo.com/online/rio/plantao/2006/07/20/284940920.asp">aqui</a></strong>.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Fofo</title>
		<link>http://rio.metblogs.com/2006/07/20/fofo/</link>
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		<pubDate>Thu, 20 Jul 2006 18:20:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rio_leonardo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Pessoas]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois do corriqueiro &#8220;piloto&#8221; e do sensacional &#8220;cocheiro&#8221; (registrado por Nuno em suas andanças), ouvi ontem um vendedor de torrones descer do ônibus se despedindo do motorista com um &#8220;brigado, amado&#8221;.
É a primavera se anunciando!
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois do corriqueiro &#8220;piloto&#8221; e do sensacional &#8220;cocheiro&#8221; (registrado por Nuno em suas andanças), ouvi ontem um vendedor de torrones descer do ônibus se despedindo do motorista com um &#8220;brigado, amado&#8221;.</p>
<p>É a primavera se anunciando!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Motim! Motim!</title>
		<link>http://rio.metblogs.com/2006/07/19/motim-motim/</link>
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		<pubDate>Wed, 19 Jul 2006 22:48:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rio_leonardo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Recebi um spam hoje sobre o direito do carioca, garantido por lei, de dar calote no pedágio da Linha Amarela. Reproduzo abaixo o dito cujo, na íntegra, mantendo aquele estilo típico de autor de spam (aliás, pelas peculiaridades do texto de spam, deve existir uma especialização informal para isso. E não duvido que a faculdade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recebi um spam hoje sobre o direito do carioca, garantido por lei, de dar calote no pedágio da Linha Amarela. Reproduzo abaixo o dito cujo, na íntegra, mantendo aquele estilo típico de autor de spam (aliás, pelas peculiaridades do texto de spam, deve existir uma especialização informal para isso. E não duvido que a faculdade de Comunicação ou de Letras forme esse sujeito num futuro breve).</p>
<p>Voltando ao assunto, aí está o mail. Quem quiser tentar a sorte, é só imprimir, treinar a cara-de-pau e pé na Linha Amarela.<br />
<span id="more-111"></span><br />
++</p>
<p>SURPRESA NO PEDÁGIO DA LINHA AMARELA !</p>
<p>Vejam só o que aconteceu.</p>
<p>Esqueci que estava sem dinheiro no bolso, e muitíssimo apressado para uma audiência, entrei na LINHA AMARELA na hora de pagar o pedágio, cadê a grana, resolvi então que iria passar, mas o cara fechou a cancela e chamou o fiscal. (LINHA AMARELA É UM PEDAGIO URBANO EM AVENIDA).</p>
<p>Não quis nem papo com o fiscal, mas ele queria segurar o documento do veículo, eu disse que não dava e só entregaria a uma autoridade policial (PMERJ). Como estava muito apressado disse que ele anotasse a placa e multasse o carro&#8230;</p>
<p>SURPRESA !</p>
<p>- Multar o carro eu não posso Senhor</p>
<p>- Então chame a PM ou quem possa multar</p>
<p>- Ninguém pode multar Sr., tem que voltar e procurar outro caminho&#8230;</p>
<p>- Porque não pode ?</p>
<p>- A Lei não permite é considerado EXTORSÃO, crime hediondo.</p>
<p>- Voltar eu não também não posso, thau&#8230; Segui meu destino.</p>
<p>Até hoje a multa não chegou&#8230; Agora só passo sem pagar !!!</p>
<p>Isso é Incrível&#8230; Fui consultar a OAB e me explicaram assim:</p>
<p>a) O cidadão não esta obrigado a desviar ou cercear, ainda que parcialmente, seu direito de ir e vir ou contornar por outra Rua ou Avenida num percurso mais longo não desejado e outros obstáculos objetivando chegar onde quer e deseja ir, o perímetro urbano é de livre acesso e arbítrio a opção de um caminho paralelo é característico em lei federal apenas nos casos de pedágio em estradas  em conformidade também com Código Tributário Nacional.</p>
<p>b) *A Cobrança é sem respaldo legal previsto, obrigatoriamente por LEI FEDERAL e sem previsão da distribuição da receita conforme Código Tributário Nacional e com agravante de constrangimento e ameaça de multa de transito aplicadas pela GUARDA MUNICIPAL com perda de pontos na carteira nacional de habilitação é EXTORSÃO!!!.</p>
<p>c) Multas por evasão de pedágio são reguladas pelo Código Nacional de Transito, que é uma Lei Federal, só podem multar nesse sentido a Policia Rodoviária Federal em áreas especificas e próprias de seu domínio. E não operam em áreas urbanas.<br />
______________________________________________________________________________</p>
<p>* CRFB artigo 22, incisos I, XI e XXVII - Municípios não podem legislar sobre pedágios. Obras municipais quando necessárias são concedidas por CONTRIBUIÇÃO DE MELHORIA apos respaldado e autorizado por referendo popular.<br />
______________________________________________________________________________</p>
<p>Tipificação dos Crimes.</p>
<p>1) Crime Exaurido - Que o agente vem alcançar o fim que pretendia, alem do resultado que consuma o delito. Por exemplo crime de extorsão (art.158 do CP) consuma-se com o constrangimento da vitima, porem o exaurimento do delito se da quando o agente obtém a vantagem econômica pretendida. </p>
<p>Exaurimento - Ato administrativo Ímprobo, decretado pelo executivo Municipal,  determinando licitação que o município não tem poder legal para tal é exaurido pela Guarda Municipal ao consumar o auto de infração aos proprietários dos veículos que não quiserem pagar pra trafegar em via publica, prejudicando financeira e moralmente o condutor do veiculo, que perde por pontos o direito de conduzir o veículo de trabalho.</p>
<p>2) * Crime Contra Ordem Política e Social - Que possa comprometer a soberania e a integridade da União ou ir contra os direitos e garantias individuais dos cidadãos.</p>
<p>CRFB - Art. 5º. II -  &#8220;ninguém é obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa&#8221;, senão em virtude de lei&#8221;.</p>
<p>CRFB - Art. 150 - Sem prejuízo de outras garantias asseguradas ao contribuinte, é vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios:</p>
<p>I - exigir ou aumentar tributo sem lei que o estabeleça;</p>
<p>II - instituir tratamento desigual entre contribuintes que se encontre em situação equivalente, proibida qualquer distinção em razão de ocupação profissional ou função por eles exercida, independentemente da denominação jurídica dos rendimentos, títulos ou direitos.</p>
<p>CRFB - Art. 152 - É vedado aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios estabelecer diferença tributária entre bens e serviços, de qualquer natureza, em razão de sua procedência ou destino.</p>
<p>Vale transcrever, por pertinente, o art. 2º da Lei nº 9.074/95:</p>
<p>&#8220;Art. 2 º - É vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios executarem obras e serviços por meio de concessão e permissão de serviço público, sem lei que lhes autorize e fixe os termos dispensada a lei autorizativa nos casos de saneamento básico e limpeza urbana e nos já referidos na Constituição Federal, observado, em qualquer caso, os termos da Lei nº 8.987, de 1995&#8243;.</p>
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