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	<title>Rio de Janeiro Metblogs &#187; rio_marcelo</title>
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	<pubDate>Sun, 30 Nov 2008 07:56:25 +0000</pubDate>
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		<title>Procura-se um Metroblogging</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Sep 2006 08:46:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rio_marcelo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>

		<category><![CDATA[Internet]]></category>

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		<description><![CDATA[Por conta de todos, e de mim mesmo, surgiu a pergunta: o que é o Metroblogging Rio?
Ele é o que o Rio é, para todos que escrevem e que vivem aqui. É um lugar de contrastes, de poesia e prosa, amor e decepção. É o espaço onde venho chorar as mazelas dessa cidade, onde sonho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por conta de todos, e de mim mesmo, surgiu a pergunta: o que é o Metroblogging Rio?</p>
<p>Ele é o que o Rio é, para todos que escrevem e que vivem aqui. É um lugar de contrastes, de poesia e prosa, amor e decepção. É o espaço onde venho chorar as mazelas dessa cidade, onde sonho o que poderia ter e onde, ao mesmo tempo, celebro o que tenho ao meu redor. O Rio lindo, do sol e da chuva - sim, porque para mim o Rio é lindo quando chove. </p>
<p>É a Cidade Maravilhosa na suas cidades. Nos locais onde eu fui, onde eu vou e onde ainda quero ir. Da gente que acolhe e dos que achacam. Dos que pedem e dos que roubam. Dos que celebram no Maracanã e nas traçantes que rasgam o céu que é um só e de todos que moram aqui. </p>
<p>Eu adoro e rejeito o Rio. Moro e não moro, no aconchego da minha casa, nas ruas que me acolhem e me assutam, no olhar para trás de gente bonita e bacana, perigosa e esperta. </p>
<p>O Rio é esperto. Sabe se virar, do jeito que pode. E do jeito que, nem sempre, é o melhor.</p>
<p>Esse é o meu Rio.</p>
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		<title>Aqui pertinho também tem&#8230;</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Sep 2006 08:45:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rio_marcelo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Bares]]></category>

		<category><![CDATA[Lugares]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8230; um boteco cheio de adolescentes. Eles fazem ponto no bar, quase todos os dias, rindo, conversando e até brigando entre muitas cervejas de garrafa.
O bar é daqueles que parece mínimo de fora, mas quando se entra é grande e um mundo separado do resto do bairro. Um prazer para qualquer voyeur, que se maravilha [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8230; um boteco cheio de adolescentes. Eles fazem ponto no bar, quase todos os dias, rindo, conversando e até brigando entre muitas cervejas de garrafa.</p>
<p>O bar é daqueles que parece mínimo de fora, mas quando se entra é grande e um mundo separado do resto do bairro. Um prazer para qualquer voyeur, que se maravilha com os sons e imagens dos grupos reunidos. </p>
<p>Ainda não sentei para tomar minha cerva. Por enquanto, o boteco se resume ao pit stop habitual para comprar o maço de cigarro que vai me acompanhar durante a noite e o resto do dia seguinte. Mas, além do prazer rápido de ouvir e olhar, o bar me traz esperança num Rio cada vez mais cravejado de franquias de botecos.</p>
<p>Eles estão aos montes. Belmontes (sem trocadilho), Conversas Fiadas, Devassas. Algo me diz que, a cada novo aberto a verve do original se esvai, como o chope gelado num fim de tarde de verão. </p>
<p>O boteco é uma das marcas registradas do Rio de Janeiro. Algo que não existe em nenhum outro lugar, mas que é cada vez mais raro por aqui. O balcão molhado, as comidas em exposição, o azulejo encardido e cheio de histórias e o dono, que perambula no limite entre a simpatia e o saco cheio. Quem gosta o preserva como um bicho em extinção. Aprendeu a conviver com o medo de, um dia, chegar e ver a porta fechada, o letreiro desmontado. Ou pior - uma franquia no lugar.</p>
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		<title>De ponta-cabeça</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Aug 2006 01:23:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rio_marcelo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Pessoas]]></category>

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		<description><![CDATA[O Rio de Janeiro é engraçado. 
Na semana passada, todos os jornais noticiaram a intenção de colocar mais 100 pardais na cidade para coibir a direção em alta velocidade. Para quem não mora no Rio, pardal é o mesmo que radar, aquele que monitora os carros dia e noite fotografando os apressados. As notícias atentavam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Rio de Janeiro é engraçado. </p>
<p>Na semana passada, todos os jornais noticiaram a intenção de colocar mais 100 pardais na cidade para coibir a direção em alta velocidade. Para quem não mora no Rio, pardal é o mesmo que radar, aquele que monitora os carros dia e noite fotografando os apressados. As notícias atentavam para a indústria da multa, e de como os radares serviriam para coletar dinheiro dos pobres motoristas. </p>
<p>No Rio, a fiscalização é bem peculiar, já que a lei exige que cada pardal tenha sua localização avisada. O infrator prevavido pode entrar no <a href="http://www.rio.rj.gov.br/smtr/cetrio/locais_radares.htm">site da CET-Rio</a> e conferir a posição dos pardais, ou contar com outra ajuda: a marcação no chão. Sim, antes de qualquer pardal há a famosa inscrição &#8220;fiscalização eletrônica&#8221;. Assim, o infrator tem tempo para reduzir de 150 km/h para 80 km/h e escapar de ser fotografado e multado.</p>
<p>Experimente: pegue um carro em direção à Barra da Tijuca. Antes de chegar em São Conrado, cuidado, pois há um pardal no túnel. Depois, é sentar o pau até o final do bairro, quando outro pardal surge. Aproveite a suibida para o túnel e acelere mais um pouco, depois serpenteie entre as curvas com vista para o mar e dispare até a Av. das Américas. É diversão garantida. </p>
<p>E se você acha que os pardais móveis fogem da política de delimitação da infração, fique tranquilo. O site da CET-Rio também mostra onde eles podem se encontrar. Bom, né?</p>
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		<title>Chicos bar</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Aug 2006 05:31:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rio_marcelo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Ar livre]]></category>

		<category><![CDATA[Comida]]></category>

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		<description><![CDATA[O podrão é uma arte. Digam o que quiserem, mas não há nada mais carinhoso e acolhedor do que um bom cachorro-quente numa madrugada depois da sessão etílica. 

Já experimentei vários e criei meu ranking mental. Tive momentos mágicos de prazer e apreensão, em noitadas na Rua Ceará, Lapa e Mourisco. Meu contador geiger nunca [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O podrão é uma arte. Digam o que quiserem, mas não há nada mais carinhoso e acolhedor do que um bom cachorro-quente numa madrugada depois da sessão etílica. </p>
<p><img alt="chico.jpg" src="http://rio.metblogs.com/archives/images/2006/08/chico.jpg" align="right" hspace="10" vspace="5" width="400" height="380" /></p>
<p>Já experimentei vários e criei meu ranking mental. Tive momentos mágicos de prazer e apreensão, em noitadas na Rua Ceará, Lapa e Mourisco. Meu contador geiger nunca passou do amarelo, por isso ainda arrisco ovinhos de codorna, molho rosé e iguarias afins. </p>
<p>Na semana passada, depois de uma noitada na Drinkeria Maldita, Voluntários da Pátria-quase-praia, descobri o Chico. Fica embaixo do viaduto que, no sentido contrário, termina a Praia de Botafogo. </p>
<p>O Chico entra na categoria <em>enterprise</em> de podrões. É bem estabelecido, conta com um dos cardápios mais extensos que já vi e atende com uma equipe, para garantir a rápida refeição, com ótimo preço. </p>
<p>O caráter pitoresco do Chico fica com as mensagens distribuídas pelo cardápio, que vão do pedido de paciência ao cliente ao de não fazer barulho e respeitar os moradores do local.</p>
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		<title>Passagem</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Aug 2006 06:24:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rio_marcelo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Lugares]]></category>

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		<description><![CDATA[
Não é apenas no cinema que dois locais completamente distintos são marcados por uma passagem mágica.
Ao lado vemos a passagem entre os dois túneis do Rebouças, que ligam a Zona Sul à Zona Norte - que pouco se comunicam além do trajeto automobilístico. 
São dois espaços distintos. Duas formas de enxergar e viver o Rio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img alt="passagem.jpg" src="http://rio.metblogs.com/archives/images/2006/08/passagem.jpg" align="left" hspace="10" vspace="5" width="300" height="411" /></p>
<p>Não é apenas no cinema que dois locais completamente distintos são marcados por uma passagem mágica.<br />
Ao lado vemos a passagem entre os dois túneis do Rebouças, que ligam a Zona Sul à Zona Norte - que pouco se comunicam além do trajeto automobilístico. </p>
<p>São dois espaços distintos. Duas formas de enxergar e viver o Rio de Janeiro, que continuam partidos pela imprensa, pelas novelas, pelas falas de quem mora de um lado e do outro. </p>
<p>Natural seria se apenas estivessem separadas pela proximidade da praia. Mas é nesse espaço entre os dois túneis que o viajante se prepara para encarar uma ou outra realidade ao sair na extremidade alheia, com seus preconceitos, esperanças e, principalmente, certezas. </p>
<p>Bendito seja o <a href="http://earth.google.com">Google Earth</a>, que oferece vista singulares do Rio de Janeiro, talvez uma das cidades em que a geografia mais dita o comportamento do cidadão, como a cicatriz que faz não esquecer.</p>
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		<title>A bicicleta e o Rio</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Aug 2006 04:51:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rio_marcelo</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Hummmmm&#8230;
Comentários são bem-vindos. :)
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hummmmm&#8230;</p>
<p>Comentários são bem-vindos. :)</p>
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		<title>Copacabana</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Aug 2006 19:01:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rio_marcelo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Lugares]]></category>

		<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[O post do Virgílio me provocou à escrita&#8230;
Copacabana inteira é uma terra de ninguém. Quando você não se sente ameaçado pelos maus da fita - novos ou velhos - são os flanelinhas, ambulantes ou os pseudo-sambistas que achacam até conseguir os bons trocados no pandeirinho. 
O carioca se acostumou com a convivêrncia folclórica com o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O post do Virgílio me provocou à escrita&#8230;</p>
<p>Copacabana inteira é uma terra de ninguém. Quando você não se sente ameaçado pelos maus da fita - novos ou velhos - são os flanelinhas, ambulantes ou os pseudo-sambistas que achacam até conseguir os bons trocados no pandeirinho. </p>
<p>O carioca se acostumou com a convivêrncia folclórica com o pedinte, o gente boa que fala meia dúzia de gracinhas no sinal, mostra a foto da filha bebê que teima em não crescer e leva seu troco. Esqueceu-se que isso se chama roubo branco, e que só difere de outros pela violência empregada. Para quem quiser um curso rápido, arrume um carro e encare a Princesa Isabel - em Copacabana - na hora do rush. </p>
<p>Copacabana é o retrato do Brasil. Mendigo e ex-presidente, a alguns metros e muitos reais de distância, convivendo em momentos de choque. É o bairro onde a cidade partida está mais próxima e emblemático por ser tão conhecido lá fora e ainda indispensável ao turista. É o bairro que teria tudo para ser a principal atração da cidade, com diversão de dia e de noite, sem ter que encarar pelotões de travestis, putas, ladrões, flanelinhas e extorsões de capoeiristas. </p>
<p><img alt="copa.jpg" src="http://rio.metblogs.com/archives/images/2006/08/copa.jpg" align="right" hspace="10" vspace="5" width="200" height="272" /></p>
<p>Aqui vale um adendo. ADORO a minha cidade. Adoro o caldeirão que é Copacabana. Mas há uma fronteira bem clara entre a bagunça e a alma de uma cidade. Paris, Amsterdam e outras têm suas zonas de prostituição e espertamente fizeram delas atrações turísticas. Nova York, Berlim e outras têm seus artistas de rua, que também se transformam em ícones da cidade. Agora, é no mínimo estranho sentar num bar na orla de Copacabana e não conseguir ver o mar, pela necessidade de um muro de plantas para separar o cliente do resto do mundo. </p>
<p>Como em quase tudo no Brasil, não vale a pena lutar para melhorar algo que já está funcionando. Para que colocar mais 2 milhões de turistas por ano em Copa se os 500 mil já chegam e esgotam os hotéis? Para que transformar o perfíl do bairro se os turistas que chegam querem sacanagem, cocaína e uma ninfetinha de 12 anos de vez em quando? Para que religar as câmeras da polícia - que um dia foram alardeadas como a solução para a violência - se agora elas cobrem uma área muito extensa? Para que aumentar o policiamento, se a PM diz que a violência na praia é uma questão social? Para que cuidar do social, se os órgãos competentes falam que a culpa é da droga e dos bandidos já formados que adestram os outros e que têm que ser presos.</p>
<p>O empurra-empurra continua, entrecortado por uns golpes de facão.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Contra a maré</title>
		<link>http://rio.metblogs.com/2006/08/13/contra-a-mare/</link>
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		<pubDate>Mon, 14 Aug 2006 01:29:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rio_marcelo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Na rua]]></category>

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		<description><![CDATA[Em Botafogo&#8230;

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em Botafogo&#8230;</p>
<p><img alt="carnivoro.jpg" src="http://rio.metblogs.com/archives/images/2006/08/carnivoro.jpg" width="310" height="315" /></p>
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		</item>
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		<title>Cauê ou caô?</title>
		<link>http://rio.metblogs.com/2006/08/07/caue-ou-cao/</link>
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		<pubDate>Mon, 07 Aug 2006 05:33:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rio_marcelo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Esporte]]></category>

		<category><![CDATA[Eventos]]></category>

		<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[E aconteceu. O nome do mascote dos Jogos Pan-americanos Rio 2007 é Cauê, escolhido de uma competição com Luca e Kuará. 
De acordo com a organização dos Jogos, Cauê&#8230;
&#8220;&#8230;vem do Tupi, é um nome próprio, possivelmente derivado de auê, uma saudação Tupi que significa salve! Em dicionários de nome próprios significa homem bondoso que age [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>E aconteceu. O nome do mascote dos Jogos Pan-americanos Rio 2007 é Cauê, escolhido de uma competição com Luca e Kuará. </p>
<p>De acordo com a organização dos Jogos, Cauê&#8230;</p>
<p><em>&#8220;&#8230;vem do Tupi, é um nome próprio, possivelmente derivado de auê, uma saudação Tupi que significa salve! Em dicionários de nome próprios significa homem bondoso que age com inteligência. Alguns escritores afirmam ainda, que Cauê é uma bebida tupi (Kawi) que confere poderes de bondade e sabedoria.&#8221;</em></p>
<p><img alt="fotoperfil.gif" src="http://rio.metblogs.com/archives/images/2006/08/fotoperfil.gif" align="right" hspace="10" vspace="5" width="145" height="145" /></p>
<p>Para mim, o Rio 2007 já cheira a caô. O prefeito diz que as obras estão em tempo - e não estão. Pelo menos metade das competições acontecerá na Barra da Tijuca e imediações, quando deveriam servir como reabilitação de alguma área degradada da cidade. </p>
<p>Isso aconteceu em Barcelona, na Olimpíada de 1992, quando a zona portuária foi completamente restaurada e reintegrada à cidade com comércio, lazer e vida noturna. Hoje não há turista que visite a cidade e não queira visitar o porto. Fora dos esportes aconteceu o mesmo com Lisboa em 1998, por conta da Exposição Internacional. A zona portuária, destruída, foi transformada com centro de convenções e infra-estrutura em geral para os visitantes. Hoje é recheada dia e noite com exposições, shows, bares e restaurantes. </p>
<p>Aqui, a organização criou a vila olímpica no meio do nada e deslocou o eixo da competição para cerca de 30 quilômetros de distância do Centro da cidade. A idéia é clara: perpetuar o que já acontece, com o êxodo de residências, empresas e comércio do Centro da cidade para a Zona Oeste. </p>
<p>Investir na zona portuária com novos complexos esportivos, blocos residenciais, comércio, lazer e segurança seria um bom pontapé na renovação do espaço. O Rio vive apenas de lado para o mar, porque no outro lado, o da Baía da   Guanabara, não há qualquer integração.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Da série: &#8220;gringos e o Rio de Janeiro&#8221;</title>
		<link>http://rio.metblogs.com/2006/08/02/da-serie-gringos-e-o-rio-de-janeiro/</link>
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		<pubDate>Thu, 03 Aug 2006 04:41:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rio_marcelo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Internet]]></category>

		<category><![CDATA[Lugares]]></category>

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		<description><![CDATA[Instalei o Google Earth e fui logo buscar minha casa&#8230;

Qual foi a surpresa ao ver que os rapazes da Califórnia deram um nome todo especial ao Arpoador. Já bastava o apelido habitual de pot hill dado pelos gringos dorme-sujo. 
*************
Parece que uma das pedras do Arpoador chama-se Catumbi mesmo. Alguém sabia disso? Ou será que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Instalei o Google Earth e fui logo buscar minha casa&#8230;</p>
<p><img alt="catumbi2.jpg" src="http://rio.metblogs.com/archives/images/2006/08/catumbi2.jpg" width="640" height="360" /></p>
<p>Qual foi a surpresa ao ver que os rapazes da Califórnia deram um nome todo especial ao <a href="http://www.rio.rj.gov.br/riotur/pt/atracao/?CodAtr=1407">Arpoador</a>. Já bastava o apelido habitual de <em>pot hill</em> dado pelos gringos dorme-sujo. </p>
<p><strong>*************</strong></p>
<p><em>Parece que uma das pedras do Arpoador chama-se Catumbi mesmo. Alguém sabia disso? Ou será que o Google tá sacando mais do Rio que os cariocas? :-)<br />
</em></p>
]]></content:encoded>
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