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	<title>Rio de Janeiro Metblogs &#187; rio_nuno</title>
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	<pubDate>Sun, 30 Nov 2008 07:56:25 +0000</pubDate>
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		<title>O bloco mais rápido do mun&#8230;&#8230;&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Feb 2007 19:29:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rio_nuno</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Natureza]]></category>

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		<description><![CDATA[Como organizador da iniciativa, gostaria de reinvindicar junto à Guinness World a entrada do Bloco do Elevador na próxima edição do Livro dos Recordes, na categoria &#8220;O Bloco Mais Rápido de Todos Os Tempos&#8221;.
O desfile aconteceu hoje, na volta do almoço, entre o 11º e o 18º andares do prédio onde eu trabalho, breve período [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como organizador da iniciativa, gostaria de reinvindicar junto à Guinness World a entrada do Bloco do Elevador na próxima edição do Livro dos Recordes, na categoria &#8220;O Bloco Mais Rápido de Todos Os Tempos&#8221;.</p>
<p>O desfile aconteceu hoje, na volta do almoço, entre o 11º e o 18º andares do prédio onde eu trabalho, breve período em que o elevador ficou ocupado apenas por mim e meus colegas de trabalho, libertando-nos das convenções sociais e permitindo que déssemos nosso grito corporativo de carnaval ao som de &#8220;Varre, varre, vassourinha&#8221;, executada com o trombone-de-boca por este blogueiro. </p>
<p>O ascensorista também dançou, como as câmeras de segurança podem provar.</p>
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		<title>Big bong</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Feb 2007 14:28:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rio_nuno</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Bizarrice]]></category>

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		<description><![CDATA[Quinta-feira à noite, na fila do mercado. Dois homens conversam na minha frente. O mais novo bebe um refrigerante de maçã que parece horrível. O mais velho carrega uma bisnaga embaixo do suvaco (eu escrevo &#8220;sUvaco&#8221; e &#8220;fUder&#8221;, com licença aê). Ele usa uma jaqueta com uma imensa foto do Bob Marley sorrindo, um gorro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quinta-feira à noite, na fila do mercado. Dois homens conversam na minha frente. O mais novo bebe um refrigerante de maçã que parece horrível. O mais velho carrega uma bisnaga embaixo do suvaco <em>(eu escrevo &#8220;sUvaco&#8221; e &#8220;fUder&#8221;, com licença aê)</em>. Ele usa uma jaqueta com uma imensa foto do Bob Marley sorrindo, um gorro rasta, várias coisas rasta espalhadas pelo corpo, na verdade. Ele tem pinta de vendendor de artesanato. </p>
<p>O que mais me chama a atenção, no entanto, é o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bong">bong</a> gigantesco que o grandão carrega embaixo do outro suvaco. &#8220;Isso não é um bong&#8221;, eu penso. &#8220;É um cajado. O cajado que Bob Marley usou pra abrir o Mar Vermelho&#8230;&#8221;</p>
<p>Os olhos do grandão são muuuuito vermelhos.</p>
<p>Nisso, chega na fila um casal. Um sujeito cabeludo e barbudo. Pinta de duende. A mulher faz o look maluca-gostosa, peitos pulando pelo decote, tatuagens colorindo a pele branca, cabelo bicolor picotado por um cabeleireiro provavelmente cego e trêmulo. O duende começa a chamar: &#8220;Ei, ei! É, você mermo! Isso aí é um bong, maluco???&#8221; O rasta sorri um sorriso que vai aparecendo lento lento. As butucas também sorriem ensangüentadas. O rasta sorri como o Bob da jaqueta. &#8220;Pô, irado!!!&#8221;, sentencia o duende. </p>
<p>Os dois grupos começam a conversar, aos berros por causa da distância. O casal mora em Sana. Ela faz artesanato e vai passar o Carnaval no Rio, vendendo suas coisas numa praça de Copacabana. O cara do bong, com um sotaque de africano, diz que veio da Holanda. Ele não fala português direito, ou não fala direito, não sei. Muita fumaça. </p>
<p>Pago minhas compras e vou embora pensando no dia em que o bong poderá ser encontrado na seção de utensílios domésticos e o resto no corredor das hortaliças, entre a salsa e a cebolinha.</p>
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		<title>Carnaval: considere o ladrão na hora de bolar sua fantasia</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Feb 2007 15:18:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rio_nuno</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje cedo, a caminho do trabalho, vi um homem ser roubado ao meu lado na rua Sete de Setembro, quase na esquina com a Primeiro de Março. Tudo muito rápido, pra variar, graças àquela agilidade típica dos ladrões do Centro: o cara foi por trás e limpou o bolso DA CAMISA da vítima, que saiu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje cedo, a caminho do trabalho, vi um homem ser roubado ao meu lado na rua Sete de Setembro, quase na esquina com a Primeiro de Março. Tudo muito rápido, pra variar, graças àquela agilidade típica dos ladrões do Centro: o cara foi por trás e limpou o bolso DA CAMISA da vítima, que saiu correndo atrás do ladrão. </p>
<p>Também diria que sobra audácia a esses bandidos, mas não é o caso: é fácil ser ladrão no Centro do Rio. No episódio de hoje cedo, uma senhora que fica sentada pedindo dinheiro ali na Sete de Setembro, ao lado da Igreja do Carmo, comentou que aquele era o terceiro assalto que ela via somente na manhã de hoje. </p>
<p>A PM também ajuda: nem um minuto depois do roubo, encontramos um policial e contamos o que tinha acontecido. O soldado (outro clássico carioca: gordo, antipático e cheio de disposição) saiu andando atrás do ladrão. Replay: ele saiu ANDANDO atrás do ladrão.</p>
<p>O fato é que nessa época entre o fim de ano e o carnaval - com a cidade cheia de turistas, e os bandidos precisando levantar recursos para financiar outros crimes e o tráfico de drogas, cujo consumo aumenta nessa época - as ratazanas fazem a festa. Além desse assalto de hoje, ontem à tarde eu vi outro, na avenida Rio Branco, saindo do trabalho, e tenho ouvido várias histórias de gente sendo roubada nos blocos de carnaval. </p>
<p>Falando nisso, se você vai passar o carnaval no Rio, lembre-se que a sua fantasia deve considerar a possibilidade de você ter sua carteira e seu celular roubados. Eu mesmo vou sair de casa levando apenas:</p>
<p>1. Xerox plastificada da identidade<br />
2. Cartão do plano de saúde<br />
3. Uma quantidade certa de dinheiro, sem cartões do banco ou afins<br />
4. Celular</p>
<p>Tudo devidamente acondicionado num saco plástico, pra que eu possa cair no mar, na poça, no samba e resistir a temporais de verão e carros-pipa. </p>
<p>É óbvio que ter esse kit de sobrevivência roubado também vai me deixar puto, mas pra curtir a folia no Rio, amigo&#8230; sinceramente: a gente tem que avaliar a situação pela Escala dos Males, o Menor.</p>
<p>Outra alternativa para garantir sua segurança é sair fantasiado de ladrão, mas aí você corre o risco de ser eleito e ter que morar em Brasília, longe da praia, do samba e dos assaltos cariocas, os mais bonitos do mundo, não é verdade?</p>
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		<title>Cornoland</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Feb 2007 01:52:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rio_nuno</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[TV]]></category>

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		<description><![CDATA[Deu no último Globo Repórter: a carioca é a mulher que mais trai no Brasil. Quase 35% delas admitiram que pulam a cerca.
Confira o mapa brasileiro da peruca de touro aqui.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Deu no último Globo Repórter: a carioca é a mulher que mais trai no Brasil. Quase 35% delas admitiram que pulam a cerca.</p>
<p>Confira o mapa brasileiro da peruca de touro <a href="http://globoreporter.globo.com/Globoreporter/0,19125,VGC0-2703-16395-4-265927,00.html">aqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>E cruuuuzam o disco final&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Feb 2007 19:29:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rio_nuno</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Comida]]></category>

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		<description><![CDATA[
Aqui no Centro, sexta-feira é dia da plebe pagar de rei e tentar almoçar com charme e requinte. Ou pelo menos tempo e fartura&#8230; Hoje o meu manto imperial foi esse nababesco bife à cavalo, apreciado na companhia de bons caléga de repartição no sensacional Bar do Zé, quase na esquina da rua do Carmo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img alt="Bif%C3%A3o.jpg" src="http://rio.metblogs.com/archives/images/2007/02/Bif%C3%A3o.jpg" width="250" height="187" /></p>
<p>Aqui no Centro, sexta-feira é dia da plebe pagar de rei e tentar almoçar com charme e requinte. Ou pelo menos tempo e fartura&#8230; Hoje o meu manto imperial foi esse nababesco bife à cavalo, apreciado na companhia de bons caléga de repartição no sensacional <a href="http://guiadasemana.uol.com.br/detail.asp?/Bar_do_Ze/NOITE/RIO_DE_JANEIRO/&amp;a=1&amp;ID=8&amp;cd_place=4644&amp;cd_city=36">Bar do Zé</a>, quase na esquina da rua do Carmo com a Sete de Setembro. </p>
<p>A gente até tentou comer as saladas metidas a besta do <a href="http://www.gulagula.com.br/index.html">Gula Gula</a>, mas uma espera de quase 20 minutos por uma mesa desanimou a trupe. Resultado: fui pro Bar do Zé e me vinguei, arregaçando geral no bifão com um ovo por cima, que lá se chama Bife à Zé do Jockey (mas no fim eu fico mesmo é com a versão do Tiririca, gênio da raça, e que chama o nobre prato de &#8220;bife do olhão&#8221;). </p>
<p>Uanderfuuuuuu&#8230; Marvelousssss&#8230;&#8230;..</p>
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		<title>Janis</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Feb 2007 15:21:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rio_nuno</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Natureza]]></category>

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		<description><![CDATA[
A foto, feita ontem com o celular em uma planta na rua Barão da Torre, em Ipanema, não ficou boa, mas isso aí é o exoesqueleto de uma cigarra. Pra quem não conhece o Rio, o canto de uma cigarra no alto de uma amendoeira é a manisfestação mais evidente de que sim, chegamos ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img alt="Janis%20Joplin.jpg" src="http://rio.metblogs.com/archives/images/2007/02/Janis%20Joplin.jpg" width="200" height="150" /></p>
<p>A foto, feita ontem com o celular em uma planta na rua Barão da Torre, em Ipanema, não ficou boa, mas isso aí é o exoesqueleto de uma cigarra. Pra quem não conhece o Rio, o canto de uma cigarra no alto de uma amendoeira é a manisfestação mais evidente de que sim, chegamos ao verão.   </p>
<p>Como a tia Maria Luiza explicou naquela aula de ciências, e como nos ajuda a lembrar o <a href="http://209.85.165.104/search?q=cache:OLS2tz6cTf4J:guiadoscuriosos.ig.com.br/index.php%3Fcat_id%3D53187+%22cigarra%22+exoesqueleto&amp;hl=en&amp;ct=clnk&amp;cd=4">Manual dos Curiosos</a>, as cigarras são insetos que passam a maior parte da vida embaixo da terra, época em que se chamam ninfas e se alimentam da seiva das árvores. Um ano depois, elas saem pro mundo e vão concluir seu ciclo de vida, fixando-se em algum lugar e abandonando seu exoesqueleto (essa carcaça que lhes envolve o corpo).</p>
<p>Nessa etapa final da vida, que dura poucos dias, os machos cantam para atrair as fêmeas e fecundá-las, dando origem a novos ovos, que darão origem a novas ninfas e etcétera e tal. O órgão que produz o canto característico dos machos localiza-se no abdômem. Às vezes o esforço feito pelos machos é tão grande que eles morrem e caem das árvores em pleno canto, o que criou aquela de que as cigarras estouram quando cantam.</p>
<p>Billie Holliday, Maysa, Cazuza, Kurt Cobain, Jim Morrison e Elis Regina foram algumas das cigarras mais famosas de todos os tempos. Cigarras que não resistiram ao longo e intenso verão da vida. </p>
<p>Essa aí da foto, por causa dos cabelos cor de milho, eu batizei de Janis Joplin.</p>
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		<title>Vozes do além 2</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Feb 2007 13:55:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rio_nuno</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Na rua]]></category>

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		<description><![CDATA[Com a popularização desses tocadores de MP3 que as pessoas levam no bolso e ficam mexendo pelo lado de fora da calça com medo de serem roubas, eu ando no Centro e não sei se elas estão verificando a hérnia ou aumentando o volume, se elas estão trocando a faixa do álbum ou apenas coçando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com a popularização desses tocadores de MP3 que as pessoas levam no bolso e ficam mexendo pelo lado de fora da calça com medo de serem roubas, eu ando no Centro e não sei se elas estão verificando a hérnia ou aumentando o volume, se elas estão trocando a faixa do álbum ou apenas coçando a virilha empelotada de calor, se estão segurando o prepúcio e lamentando com seus botões &#8220;Ai, mãe, porque eu não operei a fimose menino&#8230; Ontem a Marilinha viu isso aqui e riu tanto tanto&#8230;&#8221;</p>
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		<title>Piratas do Caribe</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Feb 2007 23:39:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rio_nuno</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Lugares]]></category>

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		<description><![CDATA[
Lançado há poucos dias cercado por um forte esquema de segurança (adoro chavões jornalísticos), o Windows Vista já está disponível para download em qualquer esquina do Centro da cidade. O programa original, na versão básica, está custando em torno de R$ 500 aqui no Brasil. O piratão do Centro sai por 20 merréis.
Me diverte a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img alt="Imag005.jpg" src="http://rio.metblogs.com/archives/images/2007/02/Imag005.jpg" width="200" height="150" /></p>
<p>Lançado há poucos dias cercado por um forte esquema de segurança (adoro chavões jornalísticos), o Windows Vista já está disponível para download em qualquer esquina do Centro da cidade. O programa original, na versão básica, está custando em torno de R$ 500 aqui no Brasil. O piratão do Centro sai por 20 merréis.</p>
<p>Me diverte a velocidade com que as coisas são pirateadas hoje em dia, e o quanto tomam o espaço dos originais. Já vi filmes sendo vendidos em DVD nos camelôs da cidade antes de chegarem ao cinema. No Centro você também pode encontrar os tênis Pluma (versão do diretor do Puma), o energético Bad Bull (um Red Bull pra beber no baile funk), as pilhas Durabell e as escovas de dente Anal B (ok ok&#8230; estas já são invenção minha).</p>
<p>Mas se você é daqueles fiéis à marca, não se empombe: no Centro você também vai achar Nikes pela metade do preço.</p>
<p>&#8220;Original?&#8221;, perguntei cinicamente ao coreano. &#8220;Oliginal, oliginal&#8230;&#8221;, me respondeu o moço, transbordando sinceridade.</p>
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		</item>
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		<title>Seis delírios de verão e um patchwork</title>
		<link>http://rio.metblogs.com/2007/01/30/seis-delirios-de-verao-e-um-patchwork/</link>
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		<pubDate>Tue, 30 Jan 2007 05:06:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rio_nuno</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Bizarrice]]></category>

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		<description><![CDATA[
1. Depois de 28 verões trabalhando como gerente do Mundial, a voz da consciência de Peçanha já não é a dele, mas a do locutor do supermercado: &#8220;Olha aí, Peçanha&#8230; Por que é que você mentiu pra tua mulher? Não pode, Peçanha! Não poooode&#8230; Então vai lá e diz a verdade pra ela, Peçanha. É, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img alt="egg.jpg" src="http://rio.metblogs.com/archives/images/2007/01/egg.jpg" width="250" height="167" /></p>
<p>1. Depois de 28 verões trabalhando como gerente do <a href="http://www.supermercadosmundial.com.br/index.asp">Mundial</a>, a voz da consciência de Peçanha já não é a dele, mas a do locutor do supermercado: &#8220;Olha aí, Peçanha&#8230; Por que é que você mentiu pra tua mulher? Não pode, Peçanha! Não poooode&#8230; Então vai lá e diz a verdade pra ela, Peçanha. É, vai lááá! Mas antes passe na nossa seção de laticínios e aproveite a superpromoção do iogurte Lacleite, olhaí&#8230;&#8221; </p>
<p>2. Enquanto chupa um picolé de cicuta, o calouro do <a href="http://www.ifcs.ufrj.br/filosofia/">IFCS</a> tenta entender por que a Rua do Ouvidor quase não tem orelhão.</p>
<p>3. &#8220;A melhor coisa do mar é quando a onda vem aqui, me lambe as mãos e depois se deita e me deixa catar tatuí na barriguinha dela&#8230;&#8221;</p>
<p>4. Tão calorento que de manhã cedo sentava na Enseada de Botafogo pra aproveitar as sobras de brisa deixadas pela velha japonesa fazendo tai chi chuan.   </p>
<p>5. &#8220;Tá tão quente que Fulano fritou um ovo no asfalto. E eu, que pus um?&#8221;</p>
<p>6. Toda vez que sentia saudade, entrava num bar &amp; lanchonete, virava uma pinga e ia andar no olho do meio-dia: &#8220;É só pra ter certeza de que eu ainda tô vivo apesar de você, maldita&#8221;</p>
<p><u>Ou seja</u>: Depois de 28 anos de trabalho duro, a voz do locutor do Mundial resolve tirar umas férias de verão e vai chupar picolé de cicuta e catar tatuí na Enseada de Botafogo, onde se agacha e põe um ovo sob o sol de meio-dia: &#8220;Olha aí, meu amor: vem aproveitar a superpromoção do meu coração. A superpromoção do meu coração&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Cinema versus Copacabana</title>
		<link>http://rio.metblogs.com/2007/01/27/cinema-versus-copacabana/</link>
		<comments>http://rio.metblogs.com/2007/01/27/cinema-versus-copacabana/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 27 Jan 2007 22:55:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rio_nuno</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Na rua]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://rio.metblogs.com/2007/01/27/cinema-versus-copacabana/</guid>
		<description><![CDATA[&#8220;Pra quê? Isto aqui é melhor que xinema!&#8221; - Seu Francisco, sócio da Adega Pérola, apontando para o balcão do bar no dia em que eu perguntei se ele gostava de ir ao cinema em suas folgas de domingo.

Acabo de assistir ao filme &#8220;Babel&#8221; no Cine Roxy, aqui em Copacabana, o metro quadrado com mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>&#8220;Pra quê? Isto aqui é melhor que xinema!&#8221; - Seu Francisco, sócio da Adega Pérola, apontando para o balcão do bar no dia em que eu perguntei se ele gostava de ir ao cinema em suas folgas de domingo.</em><br />
</strong></p>
<p>Acabo de assistir ao filme &#8220;Babel&#8221; no <a href="http://www.cineroxy.com.br/">Cine Roxy</a>, aqui em Copacabana, o metro quadrado com mais gente idosa do Sistema Solar. E na sessão das 15h10, a preferida dos velhinhos. </p>
<p>Terminado o bom drama do mexicano Alejandro González-Iñárritu, uma senhora encara a subida dos créditos em pé, no corredor lateral da sala, e fala, com o rosto sério: &#8220;Forte o filme!&#8221; Ela não foi a única a sentir a história.</p>
<p>Corta a cena rápido (como gosta o Iñarritu), e já estamos na rua, na saída do cinema, com o dia ainda claro. Um homem de jaleco branco está sentado numa banquinha na esquina oposta à do cinema. Serviço oferecido: verificação de pressão sangüínea. Vi pelo menos duas senhoras (dessas velhinhas que andam em dupla, apoiando-se mutuamente) desgarrando-se da manada pós-&#8221;Babel&#8221; para sentar e fazer o exame.</p>
<p>Vou tentar não ser leviano no meu relato: não tenho certeza se esse enfermeiro está sempre lá. Eu, pelo menos, nunca o notei. Mas a conclusão a que chego diante da equação <em>Copacabana + cinema à tarde + Babel = velhinhos angustiados</em>, é que ele vai ter um bocado de trabalho nessa temporada de filmes dramáticos concorrendo ao Oscar. Pelo menos depois da matinê da terceira idade no Cine Roxy.</p>
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