a terra é encantada

não, não fui na roda gigante, achei caro, deu preguiça, agora evito multidões, rapazes que chamam os amigos de “lék” e meninas com smirnoff ice na mão a noite toda.
uma tarde de sexta feira, senti um estalo de levar um semelhante à uma montanha russa, já que sabia que o tal nunca havia ido numa. partimos com vodka e suco de manga para a barra da tijuca.
a terra encantada, que era pra ser a disney (ui!) brasileira está mais para cidade fantasma. lojas abandonadas, cenários descascando, alguns brinquedos não funcionando. mas como sou xóvem e ávida por adrenalina além de gostosas do sportv saltando de pára quedas e urrando: “que adrenaliiiiiiiiina”, acabei me empolgando maximamente, mesmo com medo de um possível roubo, tamanho deserto era aquilo.
a montanha russa, para a minha felicidade, continua espancando suor, sangue, lágrimas e gargalhadas non-stop. coisa de maluco sentar na primeira cadeira e embarcar num troço que te gira, te sacode, te faz voar, correr. troço de louco. maravilha. bate-bate, kabum, túnel do amor… rolam uns outros bobinhos. mas o tesão mesmo é na montanha russa. achei barato. 25 reais, 2 passaportes. mas outro dia vi que essa promoção vai acabar. então, tipo voa. pode faltar muita coisa: água, banheiro limpo, gente (!), mas a montanha russa vale. vale tudo.


São quase engraçadinhas, essas vacas. A cidade está cheia delas. As pessoas passam, olham, passam a mão no rabo delas, comentam seus adereços. A parada começou em 1999, em Chicago, e de lá seguiu para centenas de outras cidades do mundo. Em toda a parte, depois da exposição, as peças vão a leilão e a grana arrecadada é doada para alguma instituição pública. No Rio vai para a Obra Social da Cidade. O site 

