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Rio que mora no mar: o blog

É ótimo quando uma boa intuição se transforma em uma ótima realidade.
O blog Rio que mora no mar, de Elizabeth de Mattos Dias, vem se tornando um lindo complemento do e-mail que a autora já distribuía e que foi mencionado aqui.
Um passeio imperdível pela memória e pela vida do Rio de Janeiro.

Let the sunshine in!

In spite the oracles, Sun is back, at least from my observation post in Niterói.

How is your day?

Do you need to relax after the BOG Volleyball-Women Gold Medal? See and listen these two slideshows produced by Heloise (aqui e aqui) with photos by Ricardo Zerrenner, carioca who lives in Niterói: Rio de Janeiro I – Ricardo Zerrenner e Rio de Janeiro II – Ricardo Zerrenner.

Do you need do think about Rio de Janeiro after the BOG Volleyball-Men Siver Medal? Well: Iraq is here, in this excellent post: Os olhos são sempre irresistíveis.

Rio que mora no mar

O jornal O Globo de hoje traz, na coluna Boa Gente do Segundo Caderno (infelizmente só disponível na net para assinantes, o que eu lamento, mesmo sendo assinante), depoimentos de vários cariocas ilustres sobre os “sabores perdidos” do Rio de Janeiro.

Uma reportagem deliciosa para a memória.

Em destaque, o depoimento de Elizabeth de Mattos Dias que distribui por e-mail listas com as boas coisas do Rio. (Suspeito que o O novo blog Rio que mora no mar , ainda sem identificação de autoria, seja é uma criação dela. O primeiro post é lindo. Tomara que ela tome gosto pela coisa!)

Transcrevo a lista de Elizabeth:

ÁGUA NA BOCA

    1. O arroz doce da leiteria Mineira;
    2. O mingau da Boi;
    3. Sorvetes do Morais, em Ipanema, a Sorveteria das Crianças;
    4. A banana split da lanchonete da Mesbla;
    5. A comida árabe do Baalbek, na Galeria Menescal, em Copacabana;
    6. O cassoulet do Penafiel;
    7. O espaguete do Giotto, em Botafogo;
    8. Os pastéis do Bar do Adão, no Grajaú e em Botafogo;
    9. Os bolinhos de bacalhau do Rei do Bacalhau, no Encantado;
    10. O pão francês da padaria Eldorado, em Ipanema;
    11. As tortas da Gerbô;
    12. Doces da Confeitaria Tijuca (onde hoje fica uma Lojas Americanas);
    13. O cachorro quente das lojas Americanas;
    14. A maçã caramelada da Galeria Menescal;
    15. Angu do Gomes na Praça XV;
    16. Mate no copo de papel com base de alumínio da Casa Flora, na Ramalho Ortigão;
    17. Laranjada americana da Travessa do Ouvidor;
    18. Pirulitos de cone nas ruas;
    19. Madrilenho da confeitaria Manon;
    20. Maravilha de camarão da Colombo.

Concordo com tudo e muitas dessas comidinhas faziam parte do meu menu até o início da década de 70.

Algumas observações pessoais sem fugir da lista original:

15. O Angu do Gomes da Praça XV está presente em muitas destas listas… Estudante, morador de Niterói e freqüentador da Praça XV e do Largo do Machado em horas fora do relógio dos seres humanos normais, eu ataquei uma ou outra das barraquinha algumas vezes. (Eles não tinham autorização para servir bebidas alcoólicas, mas, em segredo, com alguma insistência, discretamente, o vendedor sorria e servia uma generosa dose de pinga para abrir o apetite dos fregueses habituais da madrugada. Segredo de polichinelo: todo mundo sabia.) O prato pode ter salvado muitas vidas, mas, cá entre nós, nos primeiros anos da década de 70, o gosto era horrível. No entanto acredito na Elizabeth quando diz que o que era servido anteriormente, desde 1955, era bem melhor.

17. A Laranjada Americana da Travessa do Ouvidor ainda servia a famosa laranjada até recentemente, no mesmo lugar, com o mesmo sabor indefectível de que me lembro de meados da década de 60. Vou verificar se ainda está lá, mas não abre aos domingos.

Atualização em 18/08/2008, às 23h14min:

Quem quiser receber regularmente uma obra de arte em forma de ótimas histórias e belas imagens do Rio de Janeiro em sua caixa postal faça-se (isso! A si mesmo!) o favor de enviar um e-mail para a designer gráfica Elizabeth de Mattos Dias: rioquemoranomar@oi.com.br.

O de agosto, que ela gentilmente me enviou, além de bonito estava uma delícia.

Mas já é tarde e, se minhas filhas não me traíram, tem sorvete Kibon no congelador…

Um passeio virtual pelo Rio

O blog Literatura & Rio de Janeiro é uma visita necessária para quem quer ver o bom do Rio de Janeiro e se atualizar sobre a literatura relativa à cidade.
O autor, Ivo Korytowski, mantém uma ótima lista de links que facilita o acesso direto aos posts organizados por bairros e temas que fazem da paisagem do Rio o que ela é.
Muitas das fotos poderiam ser transformadas em cartões postais, mas o objetivo do autor é documentar, o que ele consegue.
Um trabalho de amor ao Rio de Janeiro.

Japão – Brasil – Japão

A carioca Joyce, compositora, cantora e embaixadora honoris causa da música do Brasil no Japão e no mundo, em seu delicioso blog outras bossas conta, em três posts, seu encontro no Rio de Janeiro com o príncipe Naruhito, segundo ela a simpatia em pessoa, durante o show no Teatro Municipal que homenageou o visitante em sua recente viagem ao Brasil pela comemoração dos cem anos da migração japonesa para o Brasil.

Vale ler e guardar com carinho:

  • eu e o Japão, Japão e eu
  • o príncipe
  • fotos prometidas
  • Se você não visitou o site da Joyce, vale a pena. Além de ouvir um pouco do que ela tem para mostrar, vai ver que ela está com a agenda cheia. Em agosto, Alborg (Dinamarca) e Rio. Em setembro, Yokohama e Tóquio (Japão). Em novembro, Madri, para o Madrid Jazz Festival (só encontrei o link para o festival do ano passado). A turnê européia de 2009 começa por Vantaa, na Finlândia, em março.

    O Rio na visão de seus fotógrafos

    estefan_2006.jpg

    A Arfoc, Associação Profissional dos Repórteres Fotográficos e Cinematográficos do Rio de Janeiro — êta nome grande! — tem em seu site uma série de 20 ótimas exposições virtuais, tendo a cidade e os habitantes do Rio como temática principal. Excelentes fotos de mestres como Evandro Teixeira, Monique Cabral e Salvador Scofano. A associação é a criadora do jornal Paparazzi, até hoje referência para os profissionais da área. Muitíssimas coisas belas e um sem número de imagens intensas e trágicas. É o Rio, sem as palavras. A fotografia acima, “Centro”, é de Estefan Radovicz.

    Dia do blogueiro

    Só pra deixar bem claro aqui, pessoal, que nós, blogueiros do meu planeta Terra, não estamos sozinhos e somos lembrados. Temos até o nosso dia, gente!
    Amanhã, dia 14 de junho, é o Dia Internacional do Blogueiro. E que soem as trombetas!!!

    Parabéns para todos nós!

    Fiquei sabendo da notícia pelo Tiago Doria.

    iPods, MP4 genéricos e afins

    Para aqueles que adoram uma bugiganga eletrônica, há um site, o BoaDica, onde achamos várias promoções de eletrônicos, de câmeras digitais e notebooks à iPods e MP4s, por aqui pelo Rio.
    Às vezes os locais em que paramos para comprar algo barato até parecem legais, como por exemplo nos primeiros andares do Edifício Central, na Rio Branco. Porém, às vezes, paramos em cada beco, onde é melhor nem perguntar a procedência do produto!
    Hoje achei um MP4 genérico de 4GB por míseros R$250,00 – digo míseros, não por cagar dinheiro, mas por estar muito barato o produto em questão. Achei também, pra quem quer, gosta e/ou pode, iPod nano de 4GB por R$580,00. Sinceramente, pechincha também.

    Na minha opinião, iPod é iPod, sempre.

    Wild Wild Rio

    Nossa cidade seria um prato cheio para Clint Eastwood em tempos áureos de Dirty Harry, para Charles Bronson, Chuck Norris e Steven Seagal.
    Cada dia que passa, o número da violência no Rio, infelizmente, aumenta. É o que vemos no Rio Body Count. Neste site podemos ver quantos mortos e feridos temos na nossa cidade e algumas notícias sobre os ocorridos.
    Não sei se os números são renovados a cada mês, mas lá está contando desde 1º de fevereiro.

    Neste instante, temos 77 mortos e 39 feridos. E olha que passou somente uma semana, quando haviam 17 mortos e 9 feridos, como registrado no Brisa Mental.

    Kiss my ass

    calcinha2.jpg

    Sean, o nosso Commander in Chief, informa por e-mail que finalmente o blog já tem t-shirts da ‘grife’ à venda no site.

    Eu fui checar e vi que tem sim, em cinco ou seis desenhos — inclusive uma com logo do MB em japonês e outra em persa — aplicadas em diversos produtos: t-shirts de vários formatos e cores, bolsas, agasalhos e até cuecas e calcinhas.

    As calcinhas são em quatro cores: preta, branca, rosa e azul clara e custam US$ 14,40 — fora o shipping. As camisetas saem por US$ 16,90 em média. Confira

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