Archive for the ‘Internet’ Category

Vôo 818 com destino à felicidade mundial

Leia com atenção o e-mail abaixo e decida se há um outro 1 depois do 17. De qualquer forma, pensar positivo é sempre bom. Estando no Rio amanhã, passe o maior número de horas possível olhando pro mar. Eu pelo menos vou – afinal, se o portal vier com um Tsunami, faço questão de ser a primeira da fila. :)

Disparo cósmico
Um evento de disparo cósmico acontecerá no dia 17 de outubro de 2006. Este é o começo do disparo cósmico, um dos muitos que deverão ocorrer até 2013. Os raios pulsantes de um (raio de luz) ultravioleta (UV) de uma dimensão mais alta no universo cruzará a rota da Terra e a estaremos sob estes raios por 17 horas nosso tempo, neste dia. Esta emissão de raios de luz ressoa no chacra coração. É de radiação fluorescente em natura, AZUL/ MAGENTA em cor. Apesar de ressonar nesta freqüência, ela está acima do espectro de cores do nosso universo, no qual, nós da terra, articulamos. Porém, pela natureza de nossas almas ou grupos de almas,operando nas bandas de freqüência do universo, terão efeito sobre nós.O efeito será a ampliação de nossos pensamentos e emoções na intensidade de um milhão de vezes. Sim, um milhão de vezes e mais. Cada pensamento, cada emoção, todas as intenções,cada desejo, não importa se bom ou ruim, doente, positivo, negativo, será ampliado mais de um milhão de vezes na sua intenção.

O que isto quer dizer?
CLIQUE AÍ EMBAIXO E CONTINUE O VÔO.
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Procura-se um Metroblogging

Por conta de todos, e de mim mesmo, surgiu a pergunta: o que é o Metroblogging Rio?

Ele é o que o Rio é, para todos que escrevem e que vivem aqui. É um lugar de contrastes, de poesia e prosa, amor e decepção. É o espaço onde venho chorar as mazelas dessa cidade, onde sonho o que poderia ter e onde, ao mesmo tempo, celebro o que tenho ao meu redor. O Rio lindo, do sol e da chuva – sim, porque para mim o Rio é lindo quando chove.

É a Cidade Maravilhosa na suas cidades. Nos locais onde eu fui, onde eu vou e onde ainda quero ir. Da gente que acolhe e dos que achacam. Dos que pedem e dos que roubam. Dos que celebram no Maracanã e nas traçantes que rasgam o céu que é um só e de todos que moram aqui.

Eu adoro e rejeito o Rio. Moro e não moro, no aconchego da minha casa, nas ruas que me acolhem e me assutam, no olhar para trás de gente bonita e bacana, perigosa e esperta.

O Rio é esperto. Sabe se virar, do jeito que pode. E do jeito que, nem sempre, é o melhor.

Esse é o meu Rio.

Out on the weekend

O centro do Rio de Janeiro visto de dentro da Confeitaria Colombo numa sexta-feira à noite é diferente. E, bom, eu tenho adorado escrever sobre o centro do Rio de Janeiro desde que vim trabalhar aqui. È um lugar que eu sempre gostei, pronde me levavam na infância. A minha geração não conhece o Centro, e sequer sabe se locomover por lá. Os 50 e 60 pra cima sabem porque as manifestações políticas aconteciam por lá, assim como o Carnaval. Mas a minha geração não conheceu isso, no máximo bate ponto no polígono dos museus e centros culturais que começa na Praça XV e acaba na Primeiro de Março, com extensões pro Centro Cultural da Caixa e o Centro Cultural dos Correios, no Largo da Carioca. Pois eu faço o centro do Rio de Janeiro num pé só e até com ele nas costas, conheço cada beco, é como se eu já tivesse sido camelô lá. Explico: quem me levava pra lá na infância era uma tia minha. Que me arrastava, na verdade, pra todos os pólos culturais escondidos no centro do Rio. Eu ia sem entender mas eu ia feliz da vida. A única coisa de errado que essa tia fez comigo além de me entupir de livros, era permitir que eu jogasse milho pros pombos na Cinelândia. Aqueles ratos voadores que voam do gótico à arte moderna com a mesma cara, largando bosta envenenada na gente, ou quando muito sabiamente naquelas estátuas. As estátuas da Cinelândia são muito feias, não sei quem colou aquilo lá. E aí a gente andava da Central até o Passeio Público parando em todos os lugares e fechávamos o dia no cinema, normalmente aos sábados, e com a minha prima menor a tiracolo reclamando que era longe e não tinha ninguém na rua.

Nunca dei pela falta de pessoas no centro do Rio aos sábados porque elas realmente não faziam a menor falta quando o que eu queria entender era porque o centro era mais cinza que o resto da cidade da toda, e porque lá tudo era mais bonito e mais rebuscado e mais mais mais. E aí começa crescer o monstro ouvindo causos de arquitetura e história e Europa e colonização e nuvô e decô e gótico rococó não sei que mais assim no meio da rua.
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Post nº 200. Só se for agora!

Cidade Maravilhosa
Cheia de Encantos Mil…
Cidade maravilhosa,
Coração do meu Brasil !

Berço do samba e das lindas canções
Que vivem n’alma da gente…
És o altar dos nossos corações
Que cantam alegremente !

Cidade Maravilhosa
Cheia de Encantos Mil…
Cidade maravilhosa,
Coração do meu Brasil !

Jardim florido de amor e saudade,
Terra que a todos seduz…
Que Deus te cubra de felicidade
– Ninho de sonho e de luz.

Cidade Maravilhosa
Cheia de Encantos Mil…
Cidade maravilhosa,
Coração do meu Brasil !

Aí mermão, este post é um post-comemorativo, demorô? É mais uma homenagem ao Rio, ao metroblogging – esse novo mural babélico – e a todos os outros 199 posts, bem-mandados, em pouco mais de um mês de carioca existência. São posts meio moleques, quase marrentos, carregados nos erres e nos xis, é verdade, mas todos cheios de amor pra dar e suingue sangue bão, choque!

Da série: “gringos e o Rio de Janeiro”

Instalei o Google Earth e fui logo buscar minha casa…

catumbi2.jpg

Qual foi a surpresa ao ver que os rapazes da Califórnia deram um nome todo especial ao Arpoador. Já bastava o apelido habitual de pot hill dado pelos gringos dorme-sujo.

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Parece que uma das pedras do Arpoador chama-se Catumbi mesmo. Alguém sabia disso? Ou será que o Google tá sacando mais do Rio que os cariocas? :-)

Quoi choque et derange les cariocas et les brésiliens?

Pendant ce mois de juillet j´ai du rester quelques jours hors du pays, et dés que je suis rentré j´ai apris sur la polemique au tour du temoignage sur masturbation à la novela “Páginas da Vida“, òu une dame dejá à la soissantaine racontais sur le jour òu elle a finalement connu l´orgasme – en ayant entendu um album à Roberto Carlos avant se couché et en s´etant reveillé au milieu de la nuit, toute mouillée. La presse donnait pas mal d´attention au sujet et tout mes amis en etait au courant. Lundi de la derniere semaine j´etait etonné en regardant à la une du journal O Globo sur le vol de R$4 billions (1,5 billions d´euros) qu´a peut être eu lieu à l´Alerj (departement public). J´en ai pas entendu parler aprés, ni aux rues, ni au boulot, aucun commentaire. Aujourd-hui – une semaine aprés – je vois à la une du même O Globo une des scenes les plus moches de ces derniers mois: le bebê tout chifonné au Liban, toujours vivant malgrés les bombes. La on est deja à la deuxiéme moitié de la journée et j´en n´ai toujours pas entendu parler; aparament personne est choqué ou derangé. Pas evidant de vivre à une ville et dans um pays ou le sexe choque et derange; et les vols d´argent publique et la violence pas autant.

Fui!

Acaba de dar no Globo Online.

Motorista que tenta escapar de multa tem no Brasil inteiro. Mas assim, só no Rio. É por isso que me ufano blá blá blá…

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Motorista que burlava radares é preso na Linha Vermelha

O Globo

RIO – Agentes da Fundação Departamento de Estradas de Rodagem do Estado do Rio e policiais do Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRV), em operação conjunta, prenderam um motorista que burlava os radares de velocidade da Linha Vermelha. Ele utilizava um dispositivo que fazia com que as placas do veículo, uma Parati, levantassem no momento do flash do radar.

Além do truque, quando as placas eram suspensas, o infrator se despedia com a mensagem: “fui!” – era o que estava escrito sob a placa traseira. O motorista está no posto da Linha Vermelha, próximo à entrada da Rodovia Washington Luís.

O link para a página tá aqui.

Não deu outra…

pragas.jpg

he-he

Ratos, baratas e cupins

Eu já tinha reparado antes e o Marcelo também reparou porque até comentou no meu post Cabelo encolheu-The hair shrank. Trata-se da artimanha comercial do Metroblogging de colocar anúncios, após os posts, que tenham similaridade temática com o assunto tratado. Podemos ver anúncios de cabeleireiros que fazem chapinha logo depois desse post. E por aí vai. Reparem só. Fiquei pensando como é que funciona isso… O Google brasileiro deve rastrear palavras específicas e aí faz link com os anunciantes. Deve ser isso.
Por exemplo, se eu danar de escrever aqui sobre ratos, cupins e baratas, como será? Falando muito sobre ratos, ratazanas e camundongos infernais transmitindo a raiva e a leptospirose? Quantidades imensas de chatos e piolhos nas boites da cidade, nas escolas, por toda a parte gente se coçando. Se eu deitar falação sobre térmitas e sobre infestação de pragas diversas? Falando e discorrendo abertamente sobre aranhas, marimbondos e abelhas africanas? Todos, claro, no Rio de Janeiro. Falando muito sobre insuportáveis ratos, ratazanas e camundongos, no Rio de Janeiro. Onde? Em toda parte! No Méier, em São João de Meriti, em Copacabana, na Barra da Tijuca, pra onde apontar o nariz vemos insetos peçonhentos e repugnantes. Mosquitos? Ih, nem me fale! centenas de milhares de mosquitos, voando e zunindo nos ouvidos dos moradores da Rocinha, do Leblon e de São Cristóvão. Milhões de mosquitos trazendo cólera, dengue e febre amarela. Por toda cidade carrapatos. O micuim e o estrela. Quantos, mais ou menos? Uns oitocentos mil carrapatos. Nos ônibus, baratas. A cascuda e a americana. Morcegos e mais morcegos. E mais ratos. Veja bem, um bilhão de ratos na cidade do Rio de Janeiro. Na zona norte, na sul e na zona oeste. Na zona leste não. Na zona leste temos a Baía da Guanabara e encontramos cocô de cachorro na areia e encontramos peixes e outros animais mortos em adiantado estado de putrefação, boiando, cheios de larvas de moscas, é claro. Muitos coliformes fecais na areia, nas calçadas e uma quantidade assombrosa e astronômica de Streptococcus, de Estafilococos, de Listeria, de Escherichia coli e de Proteus mirabilis. Bilhões de Estafilococos nas praias do Rio de Janeiro, em Ramos, em Botafogo e na praia do Flamengo. Em Ipanema também. É meus amigos, é esperar para ver.

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cousteau.jpg

Não. Você não está maluco nem é um problema no sistema do Metroblogging. A imagem acima do Jean Michel Cousteau de cabeça pra baixo — ponta-cabeça, upside down, oberseite unten, внешняя сторона вниз — é pura traquinagem e não tem nada a ver com a cidade do Rio de Janeiro.

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