Archive for the ‘Natureza’ Category

Não se pode agradar a todos.

Não sei como tantos reclamam dos aeroportos do Rio de Janeiro e seus entornos, onde outros se sentem em casa.

Sem teto no entorno do aeroporto Santos Dumont. As fotos são de Marco Antônio Cavalcanti para O Globo.

Sem teto no entorno do aeroporto Santos Dumont. As fotos são de Marco Antônio Cavalcanti para O Globo.

Chove…

Chuva no Rio de Janeiro - Do blog Rio que mora no mar

Chuva no Rio de Janeiro - Do blog Rio que mora no mar

Esta manhã de primavera está linda e muitas fotos podem ser encontradas na Internet de dias como este, em que o Rio de Janeiro mostra seu lado mais bonito.

No entanto, o post que me chamou a atenção foi este, do belo blog Rio que mora no mar, inspirado na chuvarada de ontem (e que pode se repetir hoje e nos próximos dias).

A poesia de Manuel Bandeira é, como o post, tão bela quanto singela, como tudo o que este mestre fazia.

Imagens estonteantes do Rio de Janeiro

Voando.

Outras belas fotos em 360 graus do Rio de Janeiro, do Brasil e do mundo neste site do Adriaan Bos.

Uma dica do Veja o que eu vi.

Chorinho na barca

Pode ser um belo passeio até Paquetá, com chorinho e tudo.

It’s raining, men!

In other words: There’s no Rio de Janeiro at all.

Rio de Janeiro, gosto de você

Cariocas gostam de brincar com o povo de Niterói. Dizem que a melhor coisa de Niterói é a vista para o Rio.
A vista é mesmo uma beleza, como podem demonstrar muito bem algumas das belíssimas fotos de neloqua.
Mas, como pode ser visto nesta foto aqui, faz tempo que a melhor coisa de Niterói é que fica a uma distância segura do Rio.

É sal, é céu, (é psiu!), é sol, é sul

Antigamente se dizia que Londres era uma cidade que nunca se via. Por causa do fog. Um desavisado poderia perguntar se nunca havia sol na região. É claro que havia, mas aí não seria Londres.
O caso do Rio de Janeiro é contrário. Se você não vê, pode ser qualquer coisa, menos o Rio.
Após alguns dias cinzentos, muita chuva e até uma neblina forte pela manhã, o Rio de Janeiro ressurge, esplendoroso e belo.
“Sol e poucas nuvens”, dizem as previsões.
Rio de Janeiro, dizemos nós.

A (contra)marcha dos pingüins

Confirmando as informações bombásticas divulgadas pelo Rio Metblogs em 2006, no excelente post do rio_sergio, o Zoológico de Niterói, que já possuía um centro de tratamento e reintegração à natureza de animais silvestres, montou uma estrutura para fazer o mesmo com os pingüins, para nós exóticos.

Ocorre que, em alguns anos, alguma coisa acontece lá bas, no Estreito de Magalhães, e o litoral do Brasil é atingido por uma revoada de pingüins.

Em 2007, eles praticamente não apareceram, mas este ano o bicho pegou de novo. Até sábado passado haviam sido recolhidos mais de 320 pingüins ao hospital do Zôo de Niterói.

A população vem sendo instruída a tomar cuidado quando eventualmente for recolher os fofos nessa região, uma vez que são ariscos e irrequietos, bicando olhos quando se vêem ameaçados. Eles também não devem ser devolvidos diretamente ao mar, pois chegam famintos e debilitados demais para sobreviver nestas condições e necessitam de um período de quarentena.

Como a legislação brasileira não permite o transporte de animais deste tipo sem uma licença específica, caso o Corpo de Bombeiros não possa realizar o resgate, o ideal é que o cidadão avise antes ao ZooNit que o heróico ato será realizado de forma pessoal, o que poderá ajudar se houver uma dura no meio do caminho.

Longa vida aos pingüins!

Grafites botânicos

Depredar a natureza é o fim. Mas acontece que vivemos em indecisos tempos pós-modernos de verdades transitórias — onde ninguém sabe ao certo se é melhor o açúcar ou o adoçante — de modo que também sempre tive opinião cambiável em relação aos grafites produzidos por visitantes nos bambús do Jardim Botânico do Rio. Exatamente como penso a respeito dos grafites urbanos. Às vezes gosto muito mas às vezes detesto, dependendo isto do que é feito, de onde é feito e dependendo do meu bom-humor no dia. Neste domingo eu estava mais para gostar — até porque dentro do Jardim Botânico tudo são flores — e por isso resolvi registrá-los. Para quem duvida, vi coisas ali de 20 anos até. E não são apenas os brasileiros que arranham a clorofila e deixam gravados seus nomes para a posteridade. Vi assinaturas em inglês, espanhol, holandês, russo e até alguma coisa que julguei chinês. A maioria pertence a casais de namorados e entre os que consegui observar, o mais estranho era o de um casal tímido que aparentemente pretendia manter anonimato e assim escreveu somente “marido & esposa”.

bambus.jpg

Après la pluie

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Corcovado, sábado, 19:15

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