Archive for the ‘Pessoas’ Category

Não se pode agradar a todos.

Não sei como tantos reclamam dos aeroportos do Rio de Janeiro e seus entornos, onde outros se sentem em casa.

Sem teto no entorno do aeroporto Santos Dumont. As fotos são de Marco Antônio Cavalcanti para O Globo.

Sem teto no entorno do aeroporto Santos Dumont. As fotos são de Marco Antônio Cavalcanti para O Globo.

Adventures of a Gringa in Rio

Uma visão bem-humorada e realista do Rio de Janeiro: Adventures of a Gringa in Rio.

Inclui ótimas sugestões para estrangeiros, como estas Top Ten Tips for Doing Business in Brazil.

E o delicioso: Top Ten Gringos in Brazil Videos.

Os comentários transformam o blog num fórum internacional. Devia ter um assento no G-20.

O Rio de Janeiro está "se achando" no Leblon

Como pode demonstrar esta nota no jornalão de São Paulo.

"Um doce balanço caminho do mar!"

Colagem de manuscritos e fotos.

Colagem de manuscritos e fotos.


A obra de Vinícius de Moraes, que faria 65 anos hoje, também é essencial para quem quer conhecer o Rio de Janeiro de longe.

Você pode começar com este post do Rio em disco.

Depois, navegue pela série de posts do Rio que mora no mar (aqui, aqui, aqui, aqui e aqui).

Depois, é sair por aí pra ver o mar…

Eternamente, no Rio de Janeiro

Outra indicação necessária para quem quer conhecer um pouco do Rio de Janeiro e não pode caminhar por suas ruas, é ouvir o que for possível de Cartola.

Um resumo em português e em inglês pode ser lido aqui: Brazil: The country pays homage to the Samba master.

Pode-se ouvir sua música em muitos sites e em páginas como esta, do Rio em disco.

Rio que mora no mar: Histórias do "tempo do Onça"

Está espetacular o e-mail do Rio que mora no mar deste mês de outubro de 2008 com histórias sobre o Rio de Janeiro.

Quem não assina e quer ter uma boa surpresa por mês, basta enviar um e-mail para rioquemoranomar@oi.com.br solicitando a inclusão do nome na lista.

E não se esqueça de visitar também o blog da autora.

Machado de Assis e Rio de Janeiro

Machado de Assis tem o nome fortemente associado à cidade do Rio de Janeiro, onde nasceu, viveu e morreu em 29/09/1908, há exatos cem anos.
Retribuindo um ping do blog Diario do Rio, acabei por descobrir ali um site interessante sobre Machado de Assis.

"É impossível explicar esse amor"…

Uma bela, divertida e realista Ode ao Rio, que ilustra bem a tese de que é difícil explicar esse amor ao Rio de Janeiro.

Chega de saudade!

No último domingo, João Gilberto se apresentou no Teatro Municipal do Rio de Janeiro depois de 14 anos de ausência.
Ele foi simpático todo o tempo. Ele sorriu, estimulou a platéia a cantar com ele e, ao final, disse: “Eu estou com um problema. Não quero ir embora.”
Os cariocas agora desafiam os novaiorquinos a conseguirem alguma coisa parecida com, vamos dizer: Keith Jarrett!

[Trying to translate with a little help of my Google]

Enough of nostalgia!

Last Sunday, João Gilberto performed in the Teatro Municipal in Rio de Janeiro after 14 years of absence.
He was nice all the time. He smiled, encouraged the audience to sing with him and at the end, he said: “I’m with a problem. I do not want to go away.”
Cariocas now challenge newyorkers to achieve something like that with, say: Keith Jarrett!

Irashai mase!(*)

O Rio é uma cidade que precisa ser vista.

Ver o Rio é ver sua beleza, mas também o que falta e o que está sobrando para que ela seja também uma cidade agradável de se viver ou de se passear.

Época de eleições municipais, as campanhas bombando nas ruas, é a época ideal para se discutir isso.

O jornal O Globo de domingo, 17/08/08, publica, na pág. 8, na série O Rio da Gente, sob o título “Um olhar estrangeiro”, um artigo do empresário japonês Todd Takahashi, que mora no Rio de Janeiro há onze meses e é gentil com a cidade.

No entanto, ele admite que sente saudades de Tóquio sempre que tenta:

    1. Usar o sistema de transportes públicos. Não é fácil trabalhar no Rio se você mora longe do local de trabalho. O sistema é… Bem, para também ser gentil, não chega a ser propriamente um sistema.

    2. Andar de bicicleta pela cidade. As ciclovias são precárias e não são integradas. O governador do Estado do Rio de Janeiro parece estar inteiramente de acordo com o senhor Takahashi, ao menos neste ponto. As últimas vezes em que foi visto sobre uma bicicleta, Sua Excelência se encontrava em Paris ou em Berlim.

    3. Caminhar com tranqüilidade pelas ruas. Há dias melhores que os outros. Há lugares mais ou menos piores do que outros. Mas, se você precisar da ajuda de um policial, provavelmente vai ter dificuldades de encontrar um e, quando encontrar, provavelmente vai precisar lidar com um profissional mal pago, mal treinado e muitas vezes com má vontade.

A empresária e historiadora Sueli Gama, que mora no Rio há dezessete anos, além dos pontos positivos que ela também ressalta, na mesma série, na pág. 3 da edição de 18/08/08 de O Globo, em artigo intitulado “Vamos sair ao sol”, acrescenta mais um problema que precisa ser resolvido quando se quer:

    4. Caminhar pelas calçadas e pontos históricos do Rio. Acaba por se tornar um passeio desagradável, devido à sujeira e à má conservação dos prédios antigos (além da já mencionada falta de segurança). Limpeza e saneamento podem melhorar em muito a imagem que os turistas e o próprio carioca tem de sua cidade.

Há outros problemas. Todos precisam ser atacados. A experiência de outras cidades no mundo inteiro, no entanto, revelam que a solução de todos estes problemas é possível em curto prazo e pode ser, se não mais barata, certamente muito mais rentável do que a propaganda oficial que é feita para encobrir a falta de consideração dos responsáveis para com a população.

(*) Bem-vindo, em japonês (eu li em várias páginas por aí).

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