Archive for the ‘Praia’ Category

Bandeira da República de Ipanema

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A partir de foto de Mônica Imbuzeiro e Berg Silva.

continua lindo, danado

apesar de tudo: da fúria, do medo, do terror, da política, do cocô do mendigo, da marquise de Copacabana, das multas do trânsito de Niterói, dos assaltos, dos buracos na Avenida Brasil, do pan-americano dos infernos, da linha vermelha, da passagem cara, do pão à quilo, do tiroteio, dos franceses mortos, do ônibus 174, dos aeroportos, dos 300 mil doados as escolas de samba, do leilão do petróleo, das coisas todas (…)

algo precisa fazer sentido.
em algum momento a gente precisa de paz.

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- Quebra-mar, na Barra, com águas transparente, hoje cedo.
(a foto não é minha)

Calúnia

Moças bonitas e agradáveis. Mas esse não é o biquini da carioca.
Ou será que não vou à praia desde 1993?

Projetos para um Rio melhor: I - A reconstrução do Pier em Ipanema.

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Estou lançando neste blog — talvez não seja pioneiro na idéia — o projeto para a reconstrução do Pier de Ipanema, em Ipanema é claro, no mesmo lugar onde existiu, há 36 anos atrás, mais ou menos ali em frente a Farme de Amoedo. Para quem não sabe, o Pier foi o point de uma geração, onde todas as tribos — surfistas, hippies, artistas, malucos e alternativos em geral — se encontravam para desopilar, manter corpo e alma saudáveis e aliviar um pouco aquele peso de se viver nos anos de chumbo da ditadura militar. Aquele pedaço de areia, bem mais do que o contemporâneo posto 9, era um oásis de pensamento e de atitudes liberais.

A história do Pier é a seguinte. A construção do emissário submarino, em 1971, exigiu que fosse erguido um cais para a colocação dos tubos condutores de esgoto. Acontece que a escavação e a colocação dos pilares acabou provocando uma alteração no fundo de areia e a profundidade da água, por ficar mais rasa ali, formava ondas perfeitas, regulares e tubulares, para alegria e felicidade geral da rapaziada.

Por isso proponho que seja reerguido o Pier de Ipanema, não mais pelas razões práticas da engenharia e do saneamento urbano, mas pela simples razão de que, apesar de tudo, precisamos sonhar e ser felizes. Surfista ou não, quem for carioca me siga!

Fotos: Fedoca

Licença, Iemanjá!

Gente sem medo.
Assim que é bom.

Qualquer coisa tem um cara que salva tua vida.

Dois caras.

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Pelada na praia

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A Associação Naturista do Abricó — ANA — informa que já estão abertas as inscrições para os torneios de volei e futebol que vão acontecer durante o X Congresso Brasileiro de Naturismo, na Praia de Abricó, no Rio, nos dias 2 a 5 de novembro de 2006. Também estão abertas as inscrições para quem desejar participar da oficina de pintura corporal. Abricó é um sucesso. Centenas de pessoas frequentam essa praia e dezenas participam das brincadeiras esportivas. Além do futebol e do volei, tem torneio de peteca, corrida dos pés juntos, corrida do carrinho de mão, ping-pong, ginástica recreativa e bingo. Como é no Rio não pode faltar o pagode e churrasquinho, de lei. Se você for iniciante evite as piadinhas típicas como “eu vou querer a maminha da tia fulana” porque eles consideram isso cansativo e de mau-gosto. E não se empolgue com o clima natural pois é proibido fazer cocô ou xixi na praia. O lance é mais estético, sacou? O naturismo tem regras a serem respeitadas. Não é permitido ter comportamento sexualmente ostensivo e nem praticar atos de caráter sexual (?!) nas áreas públicas. Não vai dar uma de Cicarelli! Também não pode ficar animado e causar constrangimento aos outros com atitudes ditas inconvenientes. É melhor também não fotografar ou filmar os naturistas, sem a permissão deles. Por mais que busquem um modo de vida, digamos assim mais selvagem, eles não são de modo algum animais no jardim zoológico. A praia de Abricó é sem dúvida um refúgio paradisíaco. Cercada por montanhas e pela mata atlântica, ela é área de proteção ambiental e pertence a reserva biológica de Grumari. É possível ir de ônibus — ponto final a 5 km — mas há uma estrada que possibilita o acesso direto à praia.

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Se você não gostar de nenhuma das outras atividades esportivas, se quiser, também pode brincar de roda, pelado. É muito edificante. Eu gostava muito quando tinha dois anos de idade.

fotos encontradas no site da associação

Sol, Oh Sol! Tu que és o rei dos astros!

Sol… astro-rei dos cariocas. Injustiça dos astrônomos ao denominá-lo uma estrela de grandeza média! Mais do que uma estrela, o sol é “Amaterasu” para os japoneses, “Ra” para os egípcios, “Surya” pelos Hindús, “Vitamina D” para o pessoal do BigBi e “Caralho-o-tempo-abriu-de-novo” por mim.

Odeio o sol. Quer dizer… tirando o fato de ser quente, redondo e muito, mas muito brilhante mesmo, até que gosto dele. Fica lá no céu se movendo devagar de um lado para o outro…. projeta sombras… eu… eu curto sombras.

E não é por falta de tentativa. Quando jovem gastei uma fortuna de Solarcaine e Caladril para aliviar minhas queimaduras nas costas, no rosto, nos braços… às vezes passava as noites em claro enquanto todos os companheiros, tranqüilos dormiam o mais justo dos sonos aguardando pelas ondas do dia seguinte. É, minha gente… esse rapaz branco aqui já tentou surfar por dois anos, viajou para a Região dos Lagos com aquela galera exxxxperta pra pegar ondas e, quando em Copa, marcava ponto com a galera da República do Perú, onde constantemente sacaneava e era sacaneado pelos mais locais. Pelo menos eu tentei. Aguentei toda aquele reflexo da areia (falei que tenho fotofobia também?), tomei caldos monstruosos de séries que surgiam “do nada”, assei a barriga na prancha, me esgotei depois da arrebentação, brinquei de pegar repuxo e finalmente cá estou colocando aspas em “do nada”.

Um dia desisti desse negócio de geração saúde porque simplesmente meu corpo não foi feito pra ser saudável. Era burrice continuar no erro. Decidi trocar o câncer de pele pelo o de pulmão e trocar a vida de surfista medíocre por intelectual de merda. Hoje estou aqui, escrevendo no Metroblogging. Como a vida é bela!

Da série: recomendações da semana

Praia.
6 da manhã.
Ou 6 da tarde.
Praia.
Enfiar a cabeça embaixo d’água.
Boiar.
Perceber a acústica lá do fundo.
Cantar.
Voltar pra areia dando uns pulinhos pra tirar a água do ouvido.

Recomendo³

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Gostosona da praia. Resolvi bater essa foto pra ver se meu irmão vira meu leitor.

PS: Um beijo para o Pedro, que disse que eu deveria fazer cursinho de fotgrafia no Ateliê da Imagem.
Paga pra mim, meu bem!
(:

Micos que alguns cariocas passam - I

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Eu acho mico ser resgatado na praia.

Mas entre mico e morrer………

Pipocos de uma orla domingueira

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Uma empresa que vende e aluga roupas de casamento colocou meia dúzia de noivas pra circularem hoje de manhã na orla de Copacabana entregando panfletos. Suicídio comercial ou estratégia de marketing? Alguns dos passantes nem chegaram a esse nível de elaboração: eles simplesmente não entenderam porra nenhuma, como o tiozinho aí da foto.

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Deveria ser proibido pagar gente pra fazer campanha política. Hoje a praia estava cheia delas, ou plantadas como postes segurando cartazes ou vestidas de coisas ridículas promovendo candidatos como sabão em pó. Se o cara quer marketing, que chame simpatizantes, amigos e familiares pra fazer esse trabalho de graça. A lei, eu acho, deveria ser essa.

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