Archive for the ‘Shows’ Category

Chorinho na barca

Pode ser um belo passeio até Paquetá, com chorinho e tudo.

Japão - Brasil - Japão

A carioca Joyce, compositora, cantora e embaixadora honoris causa da música do Brasil no Japão e no mundo, em seu delicioso blog outras bossas conta, em três posts, seu encontro no Rio de Janeiro com o príncipe Naruhito, segundo ela a simpatia em pessoa, durante o show no Teatro Municipal que homenageou o visitante em sua recente viagem ao Brasil pela comemoração dos cem anos da migração japonesa para o Brasil.

Vale ler e guardar com carinho:

  • eu e o Japão, Japão e eu
  • o príncipe
  • fotos prometidas
  • Se você não visitou o site da Joyce, vale a pena. Além de ouvir um pouco do que ela tem para mostrar, vai ver que ela está com a agenda cheia. Em agosto, Alborg (Dinamarca) e Rio. Em setembro, Yokohama e Tóquio (Japão). Em novembro, Madri, para o Madrid Jazz Festival (só encontrei o link para o festival do ano passado). A turnê européia de 2009 começa por Vantaa, na Finlândia, em março.

    Chicago - Rio de Janeiro

    O que pode haver em comum entre duas cidades como Chicado e Rio de Janeiro?
    Se você é de pensar bobagens, pode pensar na Chicago das primeiras décadas do século XX retratada nos filmes, com foco no crime organizado, na corrupção de autoridades, na guerra de quadrilhas, na troca de tiros indiscriminada…
    E depois se colocar no Rio de Janeiro do início do século XXI retratada nos jornais, com foco… Deixa pra lá.
    Eu prefiro pensar, por exemplo, na Chicago do Lollapalooza Festival, que em outros anos já rendeu vários posts no Chicago Metblogs.
    Antonio Carlos Miguel (precisa se cadastrar para acessar) esteve lá este ano e fez vários posts no seu blog, além de uma matéria na capa do Segundo Caderno do jornal O Globo, de 05/08/2008.
    Ele destaca quatro atrações que estiveram no Grant Park e virão ao Rio de Janeiro para o TIM Festival, em outubro próximo: “o rapper KanYe West e os grupos Gogol Bordello, MGMT e The National“.
    Bobagens, dirão alguns. São quatro atrações comerciais de festivais comerciais patrocinados por empresas de telecomunicações (AT&T lá e TIM aqui).
    Mesmo sem conhecer os artistas citados, eu prefiro este tipo de ligação a qualquer outro dos citados.
    Se eu fosse um artista gráfico, eu desenharia balõezinhos coloridos em torno de Chigaco e quatro deles, com fotos e vídeos dos grupos, se destacando e voando para o Rio de Janeiro. Tudo isso sobre o mapa do Metblogs.

    P.S. - Talvez isso já tenha sido proposto e seja irrealizável com as ferramentas atuais, mas seria legal se pudéssemos integrar os posts de diferentes cidades com notícias sobre artistas (de qualquer arte) de uma cidade se apresentando em outra. A minha notícia favorita seria qualquer apresentaçao da Joyce em Tóquio, o que merece outro post.

    A boa de hoje

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    É sair correndo de casa, agora, e ouvir a bela Madeleine Peyroux que se apresenta no Municipal — deixa de ser pão duro — com o show Half of The Perfect World, entoando sua doce voz à Billie Holiday e apresentando repertório que vai de Leonard Cohen, Tom Waits e Joni Mitchell. Dica para os machos: aproveita que hoje é Dia da Secretária e leva ela lá. Depois do show, quem sabe, pede pra ela te levar no Buraco da Lacraia. Tudo a ver. O show da cantora anglo-francesa acontece no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, hoje, às 20:30h. Fui.

    A-ha hahahahaha

    Lembro que na terceira e/ou quarta série na minha escola as meninas adoravam o vocalista.
    “Gatinho pra lá, gatinho pra cá”. Eu achava tudo patético. Mas enfim, os anos passaram e eu realmente
    comecei a achar essa música bacana, principalmente a versão de estúdio, com instrumentos de orquestra.
    Bem bacana. Fiquem com esse momento da banda norueguesa mais famosa no Rio.

    http://www.youtube.com/watch?v=z7jKe8vPAVw

    Enterrando os ossos em Copa

    Para aqueles que ainda estão no pique, doidos pra pular mais o carnaval, segue aqui um conselho meu - e é um conselho que eu também seguirei!
    Nesse domingo, dia 25, à partir das 9 da manhã (ou madrugada, dependendo do ponto de vista), tem o desfile do Monobloco, na praia de Copa! A concentração começa às 8:30!
    Partindo do Posto 6, vai até a Figueiredo Magalhães.

    Partiu? Partiu??? A gente se vê por lá!

    Rock At Rio

    Aí galera,

    Vi no site pollstar.com uma lista de vários show internacionais que vão invadir nossa cidade.
    Escolha o seu e se divirta! Roger Waters e Bad Religion é nóis!

    Mon 03/05/07 Bryan Adams Claro Hall

    Wed 03/14/07 Pet Shop Boys Claro Hall

    Wed 03/21/07 All Four Original Members Of Asia Claro Hall

    Fri 03/23/07 Roger Waters Prata da Apoteose

    Sun 03/25/07 Placebo Claro Hall

    Sat 03/31/07 Pennywise Claro Hall

    Thu 04/12/07 Velvet Revolver Claro Hall

    Sun 04/15/07 Bad Religion Claro Hall

    Fri 04/20/07 Keane Claro Hall

    Sat 04/21/07 Jethro Tull Claro Hall

    Sun 04/22/07 Evanescence Apoteose

    Nada serve de chão/onde caiam minhas lágrimas

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    Neste sábado, 20 (Dia de São Sebastião, padroeiro do Rio, mas vamos esquecer isso e aproveitá-lo como um sábado qualquer), Caetano Veloso volta a tocar no Rio, dessa vez no Oi Noites Cariocas.

    Estive num dos dois shows que ele fez em dezembro, na Lapa, e recomeindo altamente, assim como o último disco do cara, “cê” (de onde roubei os versos que batizam este post), álbum que voltou a colocar o baiano no meu panteão de heróis pessoais.

    Tim Festival 2006

    Tive o prazer de ir ao Tim Festival esse ano e ver 3, dos melhores shows da minha breve vida:
    Patti Smith
    Yeah Yeah Yeahs
    Beastie Boys

    beastie.jpg
    patti.jpg
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    Fotos: Leonardo Dresch

    O ingresso foi caro, o estacionamento era caro e longe, a cerveja era cara, muito cara (viva as garrafinhas de uísque escondidas na perna), a fila para o banheiro era demorada.
    Mas ei,
    O que foi aquela senhora chamada Patti Smith arrebentando todas as cordas da própria guitarra e urrando G-L-O-R-I-A?
    Mais esquizofrênica ainda, para desespero das minhas costas , Karen O, vocalista do Yeah Yeah Yeahs, fez um show inesquecível para os fãs, e apaixonante para os não-fãs. A mulher parecia uma leoa no cio, com muitos leões em volta. Insana, insana. Voltei para a casa rouca e com o pescoço doendo. I know it’s only rock ‘n roll, but I like it. Na mesma noite, o Mombojó abriu os trabalhos, mas eu perdi. Ocupada com o coração.
    No dia anterior (primeiro dia de Tim Festival), assisti à morna apresentação da cantora Céu. Já tinha visto no Humaitá pra peixe, e achei igual. Ela não se entrega, a platéia idem. Coisa morna. Depois foi a vez do casal cego africano: Amadou & Mariam. A platéia que já estava cansada com o atraso de quase duas horas, se animou e dançou bastante. África Unite perde. Devendra Banhart entrou no palco tarde pra dedéu. Cercado de expectativas de gente tola que adora criar expectativas, o show pra mim, e para meus amigos foi lindo. Minimalista, estranho, melódico, desorganizado e divertido. Devendra ainda chamou alguém da platéia para tocar violão. Uma canção própria. Meu amigo
    Rômulo subiu, SURREAL, e eu ainda joguei um cd da minha banda no palco. A real good time.
    Domingo, já com as costas e o pescoço pedindo arrego, lá fui eu, uísque escondido, amigos ansiosos. WE GOTTA FIGHT FOR OUR RIGHT TO PARTY.
    Agradável participação do Instituto de São Paulo, apesar d’eu ter muita dificuldade com sotaques muito paulistas. Show animado e divertido.
    Depois o Dj Shadow fez um set rápido de 50 minutos. Achei um saco. Um porre. Ainda chamou um MC que eu não sei o nome que falou mais de 17 vezes: “Riiiiowwwww de janeirowwwww, make some noise”. Chatinho demais.
    Quando o Beastie Boys começou, o grave era tão grave que tudo tremia, o chão, os corpos, a cabeça, o cérebro. Era impossível ficar parado. Mesmo sem querer pular, você pulava com o impulso dos outros. Seqüência destruidora de “Super disco breakin”, “No sleep till Brooklin” e “Body movin”. Pra passar mal.
    Voltei pra casa, quebrada de grana, e de ossos doloridos.
    Mas tudo muito válido. Até o ano que vem.

    PS: Pra quem leu meu post sobre baseados e Eduardo Bueno, vale contar que o encontrei no show da Patt Smith. Fui falar com ele, e ele todo simpático. E eu, super explicativa, fiquei “Sou eu, tátátá”, e ele “Eu sei, guria, eu li teu texto no blog”. Yurrul. Daí, dei um cd da minha banda pra ele. Mas esqueci que havia guardado meu joint dentro do cd. Ou seja, o mundo dá voltas MESMO. Quando fui lembrar do meu joint, e que estava dentro do cd que eu dei para o Eduardo Bueno, dei uma gargalhada absoluta. Essa vida é mesmo um bocado engraçada.

    Jazz, Choro etc. no feriado.

    Dia 13 tem Otávio Castro e o Neura Jazz no Bar do Marcô, em Santa Teresa.
    Se Otávio Castro não foi um dos pioneiros do overbend* no Brasil, com certeza é um dos três melhores do mundo (isso segundo especialistas da Hohner, tradicional fábrica de gaitas alemã).

    Esse vídeo, do colega Bresslau, mostra um ensaio aqui num estúdio no Lido, onde ele toca um chorinho. Espero que vocês curtam. Eu não curto o tipo de som, mas mesmo assim vou lá porque ele manda bem pra caramba e vale a pena ver o resultado de uma técnica tão apurada que deve ter exigido muito treino (e muita paciência para consertar gaitas).

    Leia o resto do post para conferir o serviço, vídeo e a explicação do asterisco ali em cima.
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