Seiscentos paus pra Madonna!

  Eu não vou nem a pau.

  Interessados? Então leiam mais aqui seus cambada de bunda suja!

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Irashai mase!(*)

O Rio é uma cidade que precisa ser vista.

Ver o Rio é ver sua beleza, mas também o que falta e o que está sobrando para que ela seja também uma cidade agradável de se viver ou de se passear.

Época de eleições municipais, as campanhas bombando nas ruas, é a época ideal para se discutir isso.

O jornal O Globo de domingo, 17/08/08, publica, na pág. 8, na série O Rio da Gente, sob o título “Um olhar estrangeiro”, um artigo do empresário japonês Todd Takahashi, que mora no Rio de Janeiro há onze meses e é gentil com a cidade.

No entanto, ele admite que sente saudades de Tóquio sempre que tenta:

    1. Usar o sistema de transportes públicos. Não é fácil trabalhar no Rio se você mora longe do local de trabalho. O sistema é… Bem, para também ser gentil, não chega a ser propriamente um sistema.

    2. Andar de bicicleta pela cidade. As ciclovias são precárias e não são integradas. O governador do Estado do Rio de Janeiro parece estar inteiramente de acordo com o senhor Takahashi, ao menos neste ponto. As últimas vezes em que foi visto sobre uma bicicleta, Sua Excelência se encontrava em Paris ou em Berlim.

    3. Caminhar com tranqüilidade pelas ruas. Há dias melhores que os outros. Há lugares mais ou menos piores do que outros. Mas, se você precisar da ajuda de um policial, provavelmente vai ter dificuldades de encontrar um e, quando encontrar, provavelmente vai precisar lidar com um profissional mal pago, mal treinado e muitas vezes com má vontade.

A empresária e historiadora Sueli Gama, que mora no Rio há dezessete anos, além dos pontos positivos que ela também ressalta, na mesma série, na pág. 3 da edição de 18/08/08 de O Globo, em artigo intitulado “Vamos sair ao sol”, acrescenta mais um problema que precisa ser resolvido quando se quer:

    4. Caminhar pelas calçadas e pontos históricos do Rio. Acaba por se tornar um passeio desagradável, devido à sujeira e à má conservação dos prédios antigos (além da já mencionada falta de segurança). Limpeza e saneamento podem melhorar em muito a imagem que os turistas e o próprio carioca tem de sua cidade.

Há outros problemas. Todos precisam ser atacados. A experiência de outras cidades no mundo inteiro, no entanto, revelam que a solução de todos estes problemas é possível em curto prazo e pode ser, se não mais barata, certamente muito mais rentável do que a propaganda oficial que é feita para encobrir a falta de consideração dos responsáveis para com a população.

(*) Bem-vindo, em japonês (eu li em várias páginas por aí).

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Rio que mora no mar

O jornal O Globo de hoje traz, na coluna Boa Gente do Segundo Caderno (infelizmente só disponível na net para assinantes, o que eu lamento, mesmo sendo assinante), depoimentos de vários cariocas ilustres sobre os “sabores perdidos” do Rio de Janeiro.

Uma reportagem deliciosa para a memória.

Em destaque, o depoimento de Elizabeth de Mattos Dias que distribui por e-mail listas com as boas coisas do Rio. (Suspeito que o O novo blog Rio que mora no mar , ainda sem identificação de autoria, seja é uma criação dela. O primeiro post é lindo. Tomara que ela tome gosto pela coisa!)

Transcrevo a lista de Elizabeth:

ÁGUA NA BOCA

    1. O arroz doce da leiteria Mineira;
    2. O mingau da Boi;
    3. Sorvetes do Morais, em Ipanema, a Sorveteria das Crianças;
    4. A banana split da lanchonete da Mesbla;
    5. A comida árabe do Baalbek, na Galeria Menescal, em Copacabana;
    6. O cassoulet do Penafiel;
    7. O espaguete do Giotto, em Botafogo;
    8. Os pastéis do Bar do Adão, no Grajaú e em Botafogo;
    9. Os bolinhos de bacalhau do Rei do Bacalhau, no Encantado;
    10. O pão francês da padaria Eldorado, em Ipanema;
    11. As tortas da Gerbô;
    12. Doces da Confeitaria Tijuca (onde hoje fica uma Lojas Americanas);
    13. O cachorro quente das lojas Americanas;
    14. A maçã caramelada da Galeria Menescal;
    15. Angu do Gomes na Praça XV;
    16. Mate no copo de papel com base de alumínio da Casa Flora, na Ramalho Ortigão;
    17. Laranjada americana da Travessa do Ouvidor;
    18. Pirulitos de cone nas ruas;
    19. Madrilenho da confeitaria Manon;
    20. Maravilha de camarão da Colombo.

Concordo com tudo e muitas dessas comidinhas faziam parte do meu menu até o início da década de 70.

Algumas observações pessoais sem fugir da lista original:

15. O Angu do Gomes da Praça XV está presente em muitas destas listas… Estudante, morador de Niterói e freqüentador da Praça XV e do Largo do Machado em horas fora do relógio dos seres humanos normais, eu ataquei uma ou outra das barraquinha algumas vezes. (Eles não tinham autorização para servir bebidas alcoólicas, mas, em segredo, com alguma insistência, discretamente, o vendedor sorria e servia uma generosa dose de pinga para abrir o apetite dos fregueses habituais da madrugada. Segredo de polichinelo: todo mundo sabia.) O prato pode ter salvado muitas vidas, mas, cá entre nós, nos primeiros anos da década de 70, o gosto era horrível. No entanto acredito na Elizabeth quando diz que o que era servido anteriormente, desde 1955, era bem melhor.

17. A Laranjada Americana da Travessa do Ouvidor ainda servia a famosa laranjada até recentemente, no mesmo lugar, com o mesmo sabor indefectível de que me lembro de meados da década de 60. Vou verificar se ainda está lá, mas não abre aos domingos.

Atualização em 18/08/2008, às 23h14min:

Quem quiser receber regularmente uma obra de arte em forma de ótimas histórias e belas imagens do Rio de Janeiro em sua caixa postal faça-se (isso! A si mesmo!) o favor de enviar um e-mail para a designer gráfica Elizabeth de Mattos Dias: rioquemoranomar@oi.com.br.

O de agosto, que ela gentilmente me enviou, além de bonito estava uma delícia.

Mas já é tarde e, se minhas filhas não me traíram, tem sorvete Kibon no congelador…

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Rio de Janeiro, gosto de você

Cariocas gostam de brincar com o povo de Niterói. Dizem que a melhor coisa de Niterói é a vista para o Rio.
A vista é mesmo uma beleza, como podem demonstrar muito bem algumas das belíssimas fotos de neloqua.
Mas, como pode ser visto nesta foto aqui, faz tempo que a melhor coisa de Niterói é que fica a uma distância segura do Rio.

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É sal, é céu, (é psiu!), é sol, é sul

Antigamente se dizia que Londres era uma cidade que nunca se via. Por causa do fog. Um desavisado poderia perguntar se nunca havia sol na região. É claro que havia, mas aí não seria Londres.
O caso do Rio de Janeiro é contrário. Se você não vê, pode ser qualquer coisa, menos o Rio.
Após alguns dias cinzentos, muita chuva e até uma neblina forte pela manhã, o Rio de Janeiro ressurge, esplendoroso e belo.
“Sol e poucas nuvens”, dizem as previsões.
Rio de Janeiro, dizemos nós.

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Um passeio virtual pelo Rio

O blog Literatura & Rio de Janeiro é uma visita necessária para quem quer ver o bom do Rio de Janeiro e se atualizar sobre a literatura relativa à cidade.
O autor, Ivo Korytowski, mantém uma ótima lista de links que facilita o acesso direto aos posts organizados por bairros e temas que fazem da paisagem do Rio o que ela é.
Muitas das fotos poderiam ser transformadas em cartões postais, mas o objetivo do autor é documentar, o que ele consegue.
Um trabalho de amor ao Rio de Janeiro.

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Japão - Brasil - Japão

A carioca Joyce, compositora, cantora e embaixadora honoris causa da música do Brasil no Japão e no mundo, em seu delicioso blog outras bossas conta, em três posts, seu encontro no Rio de Janeiro com o príncipe Naruhito, segundo ela a simpatia em pessoa, durante o show no Teatro Municipal que homenageou o visitante em sua recente viagem ao Brasil pela comemoração dos cem anos da migração japonesa para o Brasil.

Vale ler e guardar com carinho:

  • eu e o Japão, Japão e eu
  • o príncipe
  • fotos prometidas
  • Se você não visitou o site da Joyce, vale a pena. Além de ouvir um pouco do que ela tem para mostrar, vai ver que ela está com a agenda cheia. Em agosto, Alborg (Dinamarca) e Rio. Em setembro, Yokohama e Tóquio (Japão). Em novembro, Madri, para o Madrid Jazz Festival (só encontrei o link para o festival do ano passado). A turnê européia de 2009 começa por Vantaa, na Finlândia, em março.

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    Chicago - Rio de Janeiro

    O que pode haver em comum entre duas cidades como Chicado e Rio de Janeiro?
    Se você é de pensar bobagens, pode pensar na Chicago das primeiras décadas do século XX retratada nos filmes, com foco no crime organizado, na corrupção de autoridades, na guerra de quadrilhas, na troca de tiros indiscriminada…
    E depois se colocar no Rio de Janeiro do início do século XXI retratada nos jornais, com foco… Deixa pra lá.
    Eu prefiro pensar, por exemplo, na Chicago do Lollapalooza Festival, que em outros anos já rendeu vários posts no Chicago Metblogs.
    Antonio Carlos Miguel (precisa se cadastrar para acessar) esteve lá este ano e fez vários posts no seu blog, além de uma matéria na capa do Segundo Caderno do jornal O Globo, de 05/08/2008.
    Ele destaca quatro atrações que estiveram no Grant Park e virão ao Rio de Janeiro para o TIM Festival, em outubro próximo: “o rapper KanYe West e os grupos Gogol Bordello, MGMT e The National“.
    Bobagens, dirão alguns. São quatro atrações comerciais de festivais comerciais patrocinados por empresas de telecomunicações (AT&T lá e TIM aqui).
    Mesmo sem conhecer os artistas citados, eu prefiro este tipo de ligação a qualquer outro dos citados.
    Se eu fosse um artista gráfico, eu desenharia balõezinhos coloridos em torno de Chigaco e quatro deles, com fotos e vídeos dos grupos, se destacando e voando para o Rio de Janeiro. Tudo isso sobre o mapa do Metblogs.

    P.S. - Talvez isso já tenha sido proposto e seja irrealizável com as ferramentas atuais, mas seria legal se pudéssemos integrar os posts de diferentes cidades com notícias sobre artistas (de qualquer arte) de uma cidade se apresentando em outra. A minha notícia favorita seria qualquer apresentaçao da Joyce em Tóquio, o que merece outro post.

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    Rio de Janeiro, século XXI

    Não se pode jogar.

    Não se pode fumar.

    Não se pode beber.

    Comer, só se for uma saladinha orgânica.

    Daqui a pouco a reprodução humana se dará exclusivamente por meio de inseminação artificial.

    Ao menos, como talvez lembrasse o Tim Maia, ainda se pode mentir um pouco.

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    XIV Rio Cello Encounter 2008

    “Criado em 1995 pelo violoncelista inglês David Chew, o Encontro vai realizar no Rio de Janeiro sua décima quarta edição sem interrupções, patrocinada pela Petrobrás e em parceira com o SESC-RJ. Serão 58 concertos e recitais em que se apresentarão mais de 300 artistas brasileiros e internacionais com a participação de orquestras como a Petrobras Sinfônica, Sinfônica de Barra Mansa, Sinfônica do Recife e I Musici de Montrèal. Haverá ainda 22 master classes ministradas por conceituados músicos internacionais”.
    (Mais detalhes no portal Movimento.com)

    A programação completa está no site do encontro.

    Você pode preferir outros timbres, mas, convenhamos, o violoncelo é o mais chic.

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    My favorite things (I)

    Avenida Rio Branco. Centro do Rio de Janeiro. Duas horas da tarde. Os termômetros marcam 38 graus, mas, como sempre, mentem deslavadamente. A sensação térmica é muito pior.

    Pouco antes de entregar definitivamente os pontos, você desce lentamente a rampa do Edifício Marquês do Herval e entra na Livraria Leonardo da Vinci. Está frio. Toca Vivaldi.

    Quiuspa!

    Em tempo - Na saída, já refeito, não deixe de entrar na Livraria Berinjela, no mesmo corredor, logo em frente. Além dos bons livros, você pode dar a sorte de encontrar os irmãos Silvia e Daniel Chomski, o que vai garantir um bom papo.

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    A (contra)marcha dos pingüins

    Confirmando as informações bombásticas divulgadas pelo Rio Metblogs em 2006, no excelente post do rio_sergio, o Zoológico de Niterói, que já possuía um centro de tratamento e reintegração à natureza de animais silvestres, montou uma estrutura para fazer o mesmo com os pingüins, para nós exóticos.

    Ocorre que, em alguns anos, alguma coisa acontece lá bas, no Estreito de Magalhães, e o litoral do Brasil é atingido por uma revoada de pingüins.

    Em 2007, eles praticamente não apareceram, mas este ano o bicho pegou de novo. Até sábado passado haviam sido recolhidos mais de 320 pingüins ao hospital do Zôo de Niterói.

    A população vem sendo instruída a tomar cuidado quando eventualmente for recolher os fofos nessa região, uma vez que são ariscos e irrequietos, bicando olhos quando se vêem ameaçados. Eles também não devem ser devolvidos diretamente ao mar, pois chegam famintos e debilitados demais para sobreviver nestas condições e necessitam de um período de quarentena.

    Como a legislação brasileira não permite o transporte de animais deste tipo sem uma licença específica, caso o Corpo de Bombeiros não possa realizar o resgate, o ideal é que o cidadão avise antes ao ZooNit que o heróico ato será realizado de forma pessoal, o que poderá ajudar se houver uma dura no meio do caminho.

    Longa vida aos pingüins!

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    Shake, baby, shake

    Você vive numa grande região metropolitana. Você acorda cedo todos os dias úteis e se prepara para mais um dia de trabalho fecundo.

    “Ah! A velha e boa rotina”, você pode dizer para si mesmo.

    Negativo. Ao menos se você vive numa região como a do Grande Rio.

    “Mas eu moro e trabalho próximo a estações da linha principal do metrô. É verdade que os vagões costumam estar lotados, mas não é tão difícil.”

    Você tem sorte. Isso funciona bem.

    “Hei! Eu fiz por merecer isso. Eu me organizei para facilitar a minha vida”.

    Pelo amor de Deus, cara! Não me venha com racionalizações baratas! Você nasceu virado para a lua. Você sabe disso e nós te odiamos.

    Porque, se, por outro lado, você depende de condução própria, ou de outros tipos de transportes de massa, ou até de baldeações entre as diversas modalidades do metrô para sua rotina diária de trabalho, você poderá chamar sua rotina de qualquer coisa, menos de rotineira. Você precisa se preparar para uma verdadeira epopéia. Não daquelas com uma hidrazinha comum de sete cabeças, mas daquelas com setenta vezes sete hidras com setenta vezes sete cabeças cada. Por dia.

    A geografia da região do Rio de Janeiro complica um pouco os deslocamentos, com suas belas cadeias de montanhas que em muitos pontos se projetam avidamente para o mar.

    Mas o fato é que a natureza não precisava se esforçar tanto. Os seres humanos se saem muito melhor quando se trata de complicar o que poderia ser simples ou de tornar inviável uma tarefa que prometia ser repetitiva.

    Todas as regiões metropolitanas têm seus problemas quando se trata de deslocar grandes massas de suas populações. Ontem mesmo visitei Melbourn virtualmente e pude acompanhar uma longa discussão a esse respeito.

    Outras regiões são famosas, como Nova Iorque, Roma ou Milão. (Como? Não há ninguém do Metblogs na Grande Bota para confirmar isso?)

    O que eu reivindico para o Rio de Janeiro é a marca da Região Metropolitana com o Trânsito mais Imprevisível do Mundo.

    Nota: Esta saga continua. Ao menos até que me interrompam ou que voluntários mais inspirados possam tomar o meu lugar. Só no Bloglines eu contei sete assinantes deste Rio de Janeiro Metblogs, além de mim, que assino há muito tempo.

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    Let’s twist again

    I like to think I’m a sensible guy. That’s why it is so difficult to me to confess: I love Rio de Janeiro!

    Sometimes I like to say to myself: Nando, you’re a true sensible guy. So, it’s very, very difficult to me to admit: I love people!

    You know. People make noise. People get angry. They usually… Well… You probably know things people can do.

    But people build things like Metblogs. You are in Rio, right? Suppose you get curious about what’s going on Karachi or on Kuala Lumpur. You simply click the Metblogs bar at the top of the page and…

    Stop! What is this? I can’t believe it’s Earth! This wasted land? Where’s Cuba? There is no PekingBeijing and… Well. Not perfectly bad: there’s no Buenos Aires too. (I’m kidding, hermanos! I love Buenos Aires too!).

    Never mind. I’m quite sure people will come.

    I just can’t resist when I saw Rio de Janeiro was empty and, after a frenzied (and not very clean) battle, I got the place of the (temporary) lonely voice of Rio. Thank you, Sean! (I suppose it’s too late to apologize! “remember - the Internets never forget“.)

    Two notes:

    1.You’re very kind not to mention the fact that I’m completely illiterate in English. I promise I’ll never mention my English courses and (if it will be possible) I’ll try to correct this text if you point my mainly mistakes. To preserve my self-esteem, I’ll write my next notes cryptographically, in that secret code called Portuguese.

    2.If you are in Rio de Janeiro this Saturday night and want to (violently) shake your heads, you must to go till Circo Voador and ear, with your own bones (sic!), Suicidal Tendencies. (I’m too old and I must go to bed early. I’m just afraid my house is inside the unsafe limit of two or three dozens of miles from the epicenter.)

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    Come Blog With Us

    moar.gifWriting for Metblogs has the potential to be the most rewarding experience in your entire life. It’ll make you rich, famous, good looking, will help you lose weight, make your clothes fit better, and get you a super good deal on a new car. It will make you the most well known person on the entire planet. Yes, each and every one of you. Really.

    OK maybe not. Actually those are all lies, but it’s fun at least. The truth is Metblogs is the largest network of locally focused blogs on the web, covering almost 60 cities around the world and we’re looking to add a few new bloggers/writters/authors to this fine site. If you wanna know more about us check out this wikipedia entry but it’s kinda boring so I won’t waste time repeating it all here again. If you wanna write for us, here’s the scoop:

    • All author positions are volunteer. That means you don’t get paid.
    • You must live in (or very near) the city you plan to write about.
    • Anything you post must relate to the city somehow. That means you shouldn’t post a movie review, but talking about going to see a movie at a local theater is fine.
    • There’s no requirement for how much you can or should write, but we ask that if we set you up as an author you make about 3 posts a week.
    • You can post about things you love, you can post about things you hate. It’s entirely up to you

    Additionally, because of our global network, there’s plenty of options for things you write to be read by people all over the world. Interested? Want more details? Post a comment and we’ll be in touch!

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